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Carnaval / Homenagem

Fafá de Belém brilha ao ser homenageada em escola de samba de SP

Fafá de Belém desfila como tema do enredo da Império de Casa Verde e resgata suas origens em noite memorável

por Priscilla Comoti

pcomoti_colab@caras.com.br

Publicado em 11/02/2024, às 08h21

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Fafá de Belém - Fotos: Leo Franco / AgNews
Fafá de Belém - Fotos: Leo Franco / AgNews

A cantora Fafá de Belém foi a homenageada pela escola de samba Império de Casa Verde durante o desfile da noite de sábado, 10, no sambódromo do Anhembi. A agremiação homenageou os 50 anos de carreira dela e suas raízes na região amazônica com o enredo ‘Fafá, a Cabocla Mística em Rituais da Flores’.

Inclusive, ela usou uma fantasia estilosa com o tema de Cabocla da Floresta para destacar sua relação com a natureza e a espiritualidade.

“Eu encerro a escola sem muito brilho, sem lantejoula e sem paetê, porque quero encerrar como uma mulher veio ao mundo”, disse ela, que quis deixar a atenção no carro alegórico no qual desfilou.

Fafá de Belém - Foto: Leo Franco / AgNews
Fafá de Belém - Foto: Leo Franco / AgNews

Fafá de Belém fala sobre o funk

Parece que a cantora Fafá de Belém não é muito fã da popularização do funk, principalmente entre as crianças. A artista revelou durante uma entrevista para o Vênus Podcast que proíbe suas netas de dançarem ao som do estilo musical e ainda fez questão de tecer duras críticas para as letras das músicas dos funkeiros brasileiros.

Durante a entrevista, Fafá revelou que não fica confortável ao ver crianças dançando ao som de funk. “Me incomoda. Outro dia, minha neta estava dançando lá em casa e eu falei: ‘não, isso não é legal. Você tem sete anos e não sabe que sinais está mandando com seu corpo’”, disse a cantora, sem dar muitos detalhes de que sinais seriam esses.

Fafá ainda deixou claro que seu pensamento surgiu por conta do que ela mesma chamou de pessoas ruins. “Disse que existiam muitas pessoas ruins no mundo e que, às vezes, sem perceber, você envia um sinal que um maluco pode interpretar de forma errada. É perigoso”, explicou a cantora.

As letras de funk não escaparam das críticas da artista. “Os termos são chulos para falar a uma criança novinha. O que é isso? A criança é inocente, não sabe o poder que o corpo dela tem. É extremamente delicado apresentar certas coisas machistas do funk às nossas crianças”, disparou.

“Nossas meninas pensando que o empoderamento está em servir aos homens. Isso é promover o machismo mais sórdido, a vulgaridade, a mulher sendo tratada como objeto”, completou a artista, durante a entrevista ao podcast.

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