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Papa Francisco liga para a família de Marielle Franco

Papa Francisco presta sua solidariedade à família de Marielle Franco

CARAS Digital Publicado em 21/03/2018, às 17h56 - Atualizado às 18h06

Papa Francisco e Marielle Franco - Getty Images; Reprodução / Instagram
Papa Francisco e Marielle Franco - Getty Images; Reprodução / Instagram

O Papa Francisco prestou a sua solidariedade para a família de Marielle Franco, que foi assassinada no dia 14 de março no Rio de Janeiro. Pouco antes da missa de sétimo dia, ele fez uma ligação para a família da vereadora, informou o jornal italiano La Stampa, especializado em notícias sobre o Vaticano.

“Francisco ligou para Marinette, mãe da vereadora do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), conhecida por sua forte defesa dos direitos humanos e que era relatora da comissão responsável por investigar a intervenção militar no Rio de Janeiro, para comunicar seu afeto", informou a publicação. 

A ligação do Papa veio depois que ele recebeu uma mensagem de Luyara Santos, de 19 anos, filha de Marielle. No início da semana, a jovem escreveu um recado para o pontíficie falando sobre a fé de sua mãe, os ensinamentos que ela passou sobre o Evangelho e a convicção dela de que o mais importante na vida é o amor. No entanto, Francisco não conseguiu falar com Luyara, mas deixou o seu carinho com a mãe da vereadora.

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Andressa Caldas, diretora do departamento de relações institucionais do Instituto de Polícias Públicas em Direitos Humanos do Mercosul, falou sobre o telefonema do Papa Francisco em seu Facebook."Hoje o papa Francisco ligou para a família de Marielle. Obrigado a Flexa Correa Lopes, Lucas Schaerer e Gustavo Vera por fazerem esta ponte. É emocionante ver essa rede de amor e solidariedade em movimento. Marielle fez isso. Ele continuará fazendo isso. Política com carinho".

Marielle Franco, vereadora da Câmara do Rio de Janeiro eleita com 46.502 votos, foi morta a tiros quando passava de carro pelo bairro do Estácio, na Região Central do Rio de Janeiro. Ela se definia como mulher negra, cria da Maré e defensora dos Direitos Humanos. Socióloga e mestra em Administração Pública, a carioca iniciou sua militância após ingressar no pré-vestibular comunitário e perder uma amiga, vítima de bala perdida, num tiroteio entre policiais e traficantes.

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