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A vibração de Tuca Andrada em Angra dos Reis

Pé-quente, ator leva o carro 0km sorteado entre os convidados

CARAS Publicado em 29/01/2016, às 11h08

Os finalistas: Tuca, Antonia Fontenelle, Giselle Batista, Rodrigo Simas e Carol Francischini - CÉSAR ALVES, MICA GURMINDO E ROGÉRIO PALLATTA
Os finalistas: Tuca, Antonia Fontenelle, Giselle Batista, Rodrigo Simas e Carol Francischini - CÉSAR ALVES, MICA GURMINDO E ROGÉRIO PALLATTA

Sempre tranquilo e contido, Tuca Andrada (51) mostrou seu lado espirituoso momentos antes do sorteio de um dos KIA Picanto 0km na temporada Ilha de CARAS 2016. Assim como Antonia Fontenelle (42), Rodrigo Simas (24), Carol Francischini (26) e Giselle Batista (29), seu nome estava escrito em um dos papeis retirados de uma urna onde foram depositados os de todos os convidados. “Vou acabar com a farra de vocês”, brincou ele, diante dos colegas finalistas.

Cada um escolheu uma chave para tentar acionar a ignição na ordem do sorteio. Primeiro anunciado, coube a Tuca iniciar. De pronto, o motor do seu carro ligou. “Meu ano está começando bem. Se continuar assim, então, vai ser maravilhoso. Que os anjos digam amém!”, festejou ele.

Grávida de três meses de Salvatore, seu primeiro filho com o empresário Jonathan Costa (22), Antonia Fontenelle não lamentou a falta de sorte. “É a quarta vez que fico entre os finalistas...Valeu! Já estou em um momento tão feliz, abençoado com a vinda do Salvatore. E, com certeza, ele vai me trazer ainda mais sorte e muitos carros”, destacou a atriz.

O ator Rodrigo Simas, que já ganhou três veículos ao vencer concursos nos programas Domingão do Faustão e Caldeirão do Huck, festejou estar entre os sorteados. “Acho que todo mundo tem algum tipo de sorte, só que se deve dar continuidade a ela de outra forma, com muito trabalho, dedicação. A sorte é só uma porta de entrada...”, avaliou ele.

Com um grande sorriso, Tuca olhava encantando cada detalhe de seu “presentão”. “Adorei, é com pacto, muito bonitinho”, contou. A ideia dele é, assim que tiver um tempo, viajar pelo Brasil afora. “Já fui dirigindo para o Nordeste, Sul. Na estrada, relaxo muito, ao contrário da maioria das pessoas, que fica tensa. Coloco uma música e o pensamento vai fluindo”, afirmou ele, que se define como um motorista cauteloso. “Não gosto de velocidade, a gente já vive correndo no dia a dia. E também tem de pensar na segurança”, alertou ele, diretor da peça Nordestinos, que reestreia dia 11 de fevereiro, no Rio. E, em 24 de março, o ator poderá ser visto no show em que canta Orlando Silva (1915–1978), que já viveu no teatro, também no Rio.