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Na Ilha de CARAS, Rachel Ripani fala da tranquilidade trazida pelo filho Theo

Na Ilha de Caras, atriz diz que o bebê mudou suas prioridades e festeja parceria com Gilberto Gil

Redação Publicado em 19/02/2013, às 13h50 - Atualizado em 24/03/2020, às 16h03

Ao lado do marido, Giuliano Girondi, Rachel se diverte com banho de mar do filho, de 9 meses, e fala da sua tradução para o musical Rei Leão, sucesso na Broadway. - César Alves
Ao lado do marido, Giuliano Girondi, Rachel se diverte com banho de mar do filho, de 9 meses, e fala da sua tradução para o musical Rei Leão, sucesso na Broadway. - César Alves

Acompanhado da mãe, a atriz Rachel Ripani (37), e do pai, o publicitário Giuliano Girondi (38), o loirinho Theo (9 meses) dá risadas, gritos eufóricos e mexe sem parar as pernas e os braços durante um banho de mar, na Ilha de CARAS. Ver a felicidade do menino em seu segundo “mergulho” na água salgada — o primeiro foi em Florianópolis —, é arrebatador para os pais. Afinal, a chegada do bebê transformou literalmente a vida dos dois. “Ambos tínhamos características parecidas, éramos totalmente focados no trabalho. Agora, priorizamos todo o tempo para ele, o estar em casa. A gente está descobrindo o sentido do que é uma pequena família. E isso é muito gostoso”, atesta Rachel.

Orgulhosa, a atriz conta que o menino é bastante alegre e já demonstra ter um pouco do seu DNA artístico. Recentemente, na plateia da comédia musical Cabaret Luxúria, com autoria e atuação de Rachel, que volta aos palcos no primeiro semestre, em São Paulo, ele entrou no clima da peça e cantarolava ‘bá, bá, bá’. “Theo é curioso, confiante e tranquilo”, constata. Uma das novidades profissionais dela é a estreia, no dia 28 de março, na capital paulista, da montagem brasileira do musical O Rei Leão — há 15 anos em cartaz na Broadway —, que tem a sua tradução e marca a parceria ainda com Gilberto Gil (70), responsável pelas versões das músicas.

– O que mudou na sua vida com a maternidade?

– Muita coisa. Até Theo completar seis meses, eu ficava mais em casa, traduzia de lá os textos. Depois, tinha de voltar ao mundo, à cena. Mas é difícil. Saio e o coração fica lá em casa. Antes, não era assim, sempre fui muito ligada ao trabalho, amo o que faço. Então, não imaginava que qualquer coisa competisse com isso ou ganhasse. Mas foi o que aconteceu com a chegada do Theo.

– Como é o Giuliano pai?

– Ele é um ‘pãe’, todo bobo com o filho, dá comida, troca fralda. Mas também ficou tenso, sofre, é bastante preocupado. (risos)

– A chegada de Theo interferiu de que forma na rotina do casal?

– Nos tornamos duas pessoas mais estáveis. Se há uma festa bacana, não vamos e isso não faz a menor diferença. Conforme passam os meses, você vai conhecendo o bebê, entendendo como funciona e dando espaço para um prazer enorme, de querer estar na companhia do seu filho. Tem vezes que Theo está dormindo e eu e o Giuliano queremos acordá-lo, de tanta saudade.

– Em quatro meses você conheceu Giuliano e engravidou. Diria que foi “amor à primeira vista”?

– Tudo aconteceu rápido, porque foi certeiro. Nos olhamos e um disse para o outro: ‘Você demorou para aparecer’. Acho que há uma química forte entre a gente. Queremos as mesmas coisas e pensamos de forma parecida sobre valores fundamentais, como ética, confiança, respeito, fidelidade.

– E a expectativa com a estreia de O Rei Leão no Brasil?

– Tem sido incrível o trabalho com a Disney. O espetáculo é um marco na Broadway, a maior bilheteria de todos os tempos. Nos pediram uns toques de brasilidade no texto. A interação com o Gil também é prazerosa, trocamos figurinhas, porque não dá para o texto ser uma coisa e a música, outra.

– Como foi conhecê-lo?

– Gil sempre foi um ídolo e é gentil, doce, tranquilo. A primeira vez que nos encontramos, estava supernervosa. Quando sugeri algo, ele pegou o violão e começou a tocar a música que eu cantava. Pensei: ‘Meu Deus, Gil está me acompanhando’. Lógico que, na sequência, errei a melodia. (risos)

– Prefere cantar ou atuar?

– Cresci formada pela orientação do Paulo Autran, que dizia: ‘Um artista tem de educar a voz e o corpo’. Desde os 13 anos fiz isso. Hugh Jackman, indicado ao Oscar como Melhor Ator, por exemplo, atua na Broadway, canta bem. As coisas não são excludentes. Pelo contrário, somam.