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Carolina Dieckmann revela: “A idade mais bonita da mulher é depois dos 30"

Ela diz como educa os filhos, mantém uma paixão divina e assume que está mais bonita do que nunca

CARAS Digital Publicado em 17/02/2015, às 15h22 - Atualizado em 10/05/2019, às 11h20

Carolina Dieckmann - Martin Gurfein
Carolina Dieckmann - Martin Gurfein

Aos 36 anos, a atriz Carolina Dieckmann diz que atingiu o auge da beleza. “A idade mais bonita da mulher é depois dos 30. E, sinceramente, não acho que seja só comigo. Não sei se o que enxergo é puramente estético ou se tem uma maturidade que me agrada, um comportamento mais harmônico, o conhecimento dos próprios defeitos e qualidades. Tudo isso faz com que a gente tenha sabedoria sobre o próprio corpo”, explica Carol, na Ilha de CARAS. A chegada da maturidade também permeia sua vida profissional e pessoal. Mãe de Davi (15), com Marcos Frota (58), e José (7), da atual união, com o diretor Tiago Worcman (39), ela cuida pessoalmente da educação deles. “Sou bem durona. Mas meus filhos são educados. Hoje, isso é difícil. Precisamos ficar em cima para ensinar valores, mas vale a pena”, assegura. De férias da TV, Carolina acabou de rodar um filme no Uruguai, cujo título não pode ainda ser divulgado e só chega aos cinemas no fim do ano, falado em espanhol. Apesar de ter adorado a experiência, não planeja carreira internacional. “Tenho muitos sonhos no Brasil. Me sentir representante do meu País é mais forte que ser mundialmente conhecida. Gosto de ser uma atriz brasileira, embora possa fazer trabalhos fora”, justifica.

– Quais são os sonhos no País?
– Queria fazer mais cinema. Por questão não só de escolhas, mas de acontecimentos, e vontade também, fiz uma carreira muito dentro da TV. Também fiquei muito dedicada à vida pessoal. Sempre tive família e casa para cuidar, desde bem jovem. Mas hoje estou conseguindo me dividir mais e meu filho José já entende meu trabalho. Não deixarei de investir na família, mas tenho hoje situação um pouco mais tranquila para o trabalho.

– E quais serão os próximos?
– Já tenho um filme quase fechado, devo rodar em junho. E na TV ainda não sei o que vou fazer.

– Foi difícil conciliar carreira e vida em família?
– Sim, lutei muito para isso. Abri mão de trabalhos por causa dos filhos. Mas sou prática e fico feliz hoje ao vê-los educados, olhar a casa e a família que construí.

– Cuida de todos os detalhes?
– Tudo passa por mim em casa, a organização, os deveres dos meninos, o dia a dia.

– Davi e José tiveram educações diferentes? Algo mudou?
– O segundo filho já é um aperfeiçoamento em si. O primeiro é enlouquecedor, não sabia como lidar. Foi muito intenso. Quando tive o José, dimensionei e tudo ganhou ar de normalidade. José fez bem para mim e para Davi porque trouxe uma maneira mais madura e equilibrada de ver a maternidade. Mas também só tive consciência disso após José nascer.

– Mas chegou a mimar o Davi?
– Tenho estilo durona, fui criada assim. E creio que a gente seja reflexo do que teve em casa. Por isso, não pequei em mimar. E não acho que Davi tenha sofrido com minha inexperiência ou com a loucura que a maternidade foi na minha vida. Fiquei preocupada com o planeta, questões muito internas. Comecei a ver o mundo de forma diferente. Foi mais no sentido teórico, do entendimento da vida, do que ter surtado na prática.

– Pensa em mais um filho?
– Não. Não mesmo.

– Nem se viesse uma menina?
– Quem garante? Se houvesse essa certeza, poderia até querer. Mas sem isso, não.

– Como cuida do corpo?
– De férias, fico totalmente relaxada. Não penso no que como e não controlo o peso. Mas minha forma física está muito ligada ao trabalho, ao tipo do personagem que vou viver.

– E quando precisa malhar?
– Faço algo que dê prazer. Não me verão em academia puxando ferro. Tento adequar minha necessidade, o que pretendo mostrar com meu corpo no momento, com uma atividade física prazerosa, como luta ou balé, por exemplo.

– E faz algum tratamento?
– Tomo banho com Francis. E tenho dermatologista conservadora. Nunca mandou fazer peeling, tratamento a laser, essas coisas. É um pouco do que acredito. Não tenho paciência e não acho gostoso massagem, hidratação, limpeza de pele. Então, Deus tem de me ajudar. (risos) E tem me ajudado

– Tiago é um amor de infância. Como vê hoje essa história?
– Estamos juntos há 12 anos. Nossa história é meio torta, cheia de idas e vindas, mas virou um aditivo, dá um sabor a mais à relação. Então, além de gostar muito de ser casada, de amá-lo de verdade, de ter construído uma família linda, ainda temos uma história maravilhosa que enfeita tudo isso. É o cara de quem gosto desde os 13 anos. E hoje estou com ele. Não vivemos o passado, mas o presente.

– E existe algum segredo?
– Amar não está só em nossas mãos. Cuido e respeito. Tiago faz o mesmo. A gente procura lidar com as diferenças, ter sempre mais tolerância com o outro, com as mudanças e manias. Mas isso só não basta. Para um amor divino, algo acontece e não tem explicação.