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Carnaval / Folia

Com sanfonas, Unidos da Tijuca relembra obra do Rei do Baião Luiz Gonzaga

Com um desfile cheio de teatralidade, Unidos da Tijuca relembra obra do Rei do Baião Luiz Gonzaga e traz sanfonas para seu samba

Redação Publicado em 21/02/2012, às 03h24 - Atualizado às 03h31

Gracyanne Barbosa e Zeca Camargo - Anderson Borde / AgNews - Andre Muzell / AgNews
Gracyanne Barbosa e Zeca Camargo - Anderson Borde / AgNews - Andre Muzell / AgNews

Depois de Jorge Amado (1912-2001), mais um centenário ganhou homenagem no carnaval carioca deste ano. Com uma bateria toda especial dividida entre percussão e acordeons, a Unidos da Tijuca entrou na Marquês de Sapucaí na madrugada desta terça-feira, 21, para homenagear o eterno Rei do Baião, Luiz Gonzaga (1912-1989).

O desfile teatralizado do carnavalesco de Paulo Barros (51) para a Unidos da Tijuca recriou todas as particularidades da antiga Recife, com seus mercados populares, artesanatos, festas e brincadeiras tradicionais onde cresceu Gonzagão.

Os carros alegóricos gigantes foram ponto forte do desfile, com destaque para um carro que trouxe uma orquestra de sanfonas portadas por soldadinhos de barro (homenagem à obra do ceramista Mestre Vitalino - 1909-1963). Gangorras e gira-gira gigantes deram o tom lúdico do desfile.

Mas a criatividade das alas começou lá na frente do desfile, com a comissão de frente. A escola importou dos Estados Unidos uma fantasia que simula a mola da sanfona. A fantasia foi vestida por um ginasta romeno que deu vida ao instrumento de Luiz Gonzaga na avenida.

Comandado por um sósia do Rei do Baião, o desfile foi encerrado pelo carro Asa Branca, que trouxe 100 aves brancas representando tanto a canção mais famosa do compositor, quanto o centenário de seu nascimento.