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Atualidades / Luto!

Apresentador da NBC lamenta morte do filho de 6 anos: ''Os olhos azuis mais suaves''

Richard Engel, apresentador da NBC, lamenta morte do filho de 6 anos por síndrome rara

CARAS Digital Publicado em 18/08/2022, às 13h26

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Richard Engel, apresentador da NBC, lamenta morte do filho de 6 anos por síndrome rara - Foto/Instagram
Richard Engel, apresentador da NBC, lamenta morte do filho de 6 anos por síndrome rara - Foto/Instagram

Richard Engel (48), apresentador da rede NBC, anunciou que seu filho, Henry, que sofria de síndrome de Rett, morreu aos 6 anos de idade. A notícia veio através de um comunicado do comunicador com a sua esposa, MariaEngel na manhã desta quinta-feira, 18, em seu perfil oficial no Twitter.

“Nosso amado filho Henry faleceu. Ele tinha os olhos azuis mais suaves, um sorriso fácil e uma risadinha contagiante. Nós sempre o cercamos de amor e ele retribuiu, e muito mais. Maria e Ricardo", disse ele ao compartilhar um registro do primogênito.

Ainda no início de maio, o ativista político havia compartilhado que a condição do filho piorou depois de desenvolver distonia, na qual o deixou internado por 6 semanas: “um distúrbio de movimento no qual seus músculos se contraem involuntariamente, causando movimentos repetitivos ou tortuosos”.

Em 2020, ele usou as redes socais para explicar como o bloqueio do coronavírus piorou sua condição, o que o deixou incapaz de “andar ou falar” porque não pôde frequentar a escola.

Richard Engel e Maria Engel também são pais de Theo, de apenas 3 anos.

O que é a síndrome de Rett?

A síndrome de Rett é um distúrbio neurológico raro que afeta a maneira como o cérebro se desenvolve. A síndrome raramente é hereditária, e apresenta uma condição, que não tem cura, causando uma perda progressiva das habilidades motoras e da linguagem.

No comunicado, o apresentador ainda disse que pesquisadores do Texas Children's Hospital, nos Estados Unidos, estão fazendo estudo usando células do filho para buscar novos tratamentos e, futuramente, uma possível cura para a síndrome.

Até o momento, a única forma de tratamento é com medicamentos, fisioterapia, psicoterapia e suporte nutricional que controlam os sintomas, evitando complicações para uma melhor qualidade de vida.