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Samuel Rosa e seu Skank avaliam cenário do pop rock nacional

Com 21 anos de uma carreira consolidada no pop rock nacional, Skank avalia seu gênero diante da atual onda sertaneja no Brasil

Redação Publicado em 28/11/2012, às 02h49 - Atualizado às 02h56

Skank - Fabio Miranda
Skank - Fabio Miranda

Em meio a um cenário musical praticamente dominado pelo sertanejo, os representantes do pop rock nacional Skank seguem com uma carreira consagrada e sua legião de fãs em todo o Brasil. E a redução do espaço para seu gênero, segundo o grupo, é notável.

Tem uma produção muito interessante de pop rock no Brasil, mas que ainda não veio à tona como merecia. E aí a gente pode apontar várias razões: a supremacia do sertanejo, do axé, uma certa preguiça da mídia com essas bandas novas; é inevitável também que isso se torne um ciclo vicioso, as bandas também vão desanimando. A gente já viveu momentos melhores”, avaliou Samuel Rosa (46) durante passagem pela gravação do Show da Virada na noite desta terça-feira, 27, em São Paulo.

Para o baterista do grupo Haroldo Ferretti (43), o surgimento de novos representantes em outros segmentos a todo momento desfavorece o reestabelecimento do pop rock no topo da pirâmide do consumo musical no país. “A gente tem que admitir que não está num momento do nosso segmento mais favorável. Em outros segmentos, é uma loucura a quantidade de artistas, a cada mês, cada semestre surgem novos artistas”, disse.

Mesmo em um momento menos intenso para o pop rock na indústria fonográfica, o Skank se prepara para mostrar que tem muita música boa para mostrar a seu público. “Ano que vem está prometendo um disco novo. A gente pretende, no começo do ano, entrar em estúdio, deve sair no meio do ano”, adiantou Samuel Rosa, que deve subir ao palco do Rock In Rio 2013 com o Skank.