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Ricardo Tozzi revela que torce para que Inácio termine com Rosário

Ricardo Tozzi diz que se identifica com Fabian e Inácio, de "Cheias de Charme", e afirma que torce para que Inácio termine com Rosário, personagem de Leandra Leal. 'Eles têm tudo a ver'

Redação Publicado em 24/09/2012, às 10h02 - Atualizado às 19h36

Inácio e Fabian: personagens de Ricardo Tozzi em 'Cheias de Charme' - TV Globo/João Miguel Júnior
Inácio e Fabian: personagens de Ricardo Tozzi em 'Cheias de Charme' - TV Globo/João Miguel Júnior

Embora interprete dois personagens tão distintos em Cheias de Charme, Ricardo Tozzi (37) afirma que se identifica tranquilamente com Inácio e Fabian na vida real. Tanto que, segundo o ator, o maior laboratório para interpretar os dois é ele mesmo. “O ator só pode viver alguém, se ele souber quem ele é. É uma investigação da nossa alma para poder construir as outras”.

Dizendo ser “surreal” ver Inácio vivendo a vida de Fabian no folhetim, o galã garante que não consegue nem ter preferência. “Me identifico com os dois. Não poderia torcer por nenhum. Obviamente eles defendem coisas diferentes. É um prazer fazer o Inácio pela verdade dele. Na contrapartida, foi muito bom construir um outro cara totalmente fake. Alguém que conduziu a vida para a sua carreira e se transformou em algo que nem ele sabe o que é”.

Ao comentar sobre o fim da novela e o romance dos personagens com Rosário (Leandra Leal, 30), Ricardo afirma que torce para que Inácio e a Empreguete terminem juntos: “Eles têm tudo a ver”. Já sobre os mistérios envolvendo a semelhança de Fabian e Inácio, ele despista e garante não ter sido informado sobre o desfecho. “Estou na expectativa. Tudo me leva a qualquer possibilidade. Mas a semelhança em si vem de alguma coisa, de um parentesco, de uma casualidade... Não faço ideia”.

Bordão

Assediado pelas mulheres fora das gravações, o ator afirma que não consegue reproduzir o bordão “bonita” nas ruas. “Eu simplesmente não consigo fazer. Me enrolo todo. No caso do Fabian, o ‘bonita’ precisava expressar tudo o que ele queria passar para as pessoas. Ele queria que esse ‘bonita’ carregasse, ao máximo, o quanto ele gosta das mulheres, o quanto é especial para aquela mulher ser chamada assim por ele. O bordão tem que vir de dentro,t em que vir da alma senão ele fica perdido, vazio, solto”.