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Walcyr Carrasco desabafa em redes sociais: ‘Talvez preciso aprender a deixar de amar’

Autor de 'Amor à Vida' deixa amigos preocupados com posts onde discute o amor e diz estar triste. 'A mentira e a omissão corroem o amor e ele termina sufocado pelas palavras não ditas', filosofou

CARAS Digital Publicado em 06/06/2014, às 08h47 - Atualizado em 10/05/2019, às 11h20

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Walcyr Carrasco - Ag. News
Walcyr Carrasco - Ag. News

Walcyr Carrasco está recebendo o apoio de amigos pelo Facebook, depois que ele fez alguns posts onde relata estar em uma fase difícil. "Agradeço a todos que se preocuparam comigo. Eu me emocionei com tanto apoio. Quem se preocupou que fosse um problema de saúde fique tranquilo. Foi tristeza mesmo. E a tristeza continua porque ela tem seu tempo. Mas eu sei que a vida se renova e que isso também vai acontecer!", disse o autor, após receber flores de um amigo. 

"Vou mudar de apartamento aqui no Rio e talvez isso seja bom. Recordações, aqueles sinais mínimos do que um dia foi felicidade também ficam para trás", publicou. "A gente envelhece, mas os sentimentos continuam jovens. É forte a vontade de viver! De ser criança e adolescente até os 100 anos. Mas para quem é mais jovem a pele sem aquele brilho, a sinceridade sejam apenas uma piada. Talvez com a idade seja preciso aprender a deixar de amar", continuou. "E para muitos sentimentos seja preciso dizer adeus", disse. 

Walcyr contou que foi para São Paulo e recebeu mais flores de amigos. "Ainda dói tudo, as emoções se confundem. Mas essas flores provam que a vida continua e sempre pode haver algo lindo no futuro", falou. "Observo a caveira e penso nos mistérios do sentimento humano. Mas uma coisa eu sei. Toda relação tem que ser erguida sobre os alicerces da honestidade de ambas as partes. Honestidade total. A mentira e a omissão corroem o amor e ele termina sufocado pelas palavras não ditas", declarou. 

Em foto onde aparece com um crânio na mão, ele filosofou: "Encarar um crânio mostra que tudo e passageiro. A dor é como uma estrada que a gente atravessa para chegar a algum lugar de nós mesmos. O amor porém pode sobreviver a mil mortes. Até a morte que a gente pensa que é definitiva".