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Tony Ramos: Não me iludo com essa história de glamour, acho um porre

Nesta sexta-feira, 4, dia em que estreia a série A Mulher do Prefeito, Tony Ramos conta um dos segredos do sucesso de sua carreira

CARAS Online Publicado em 04/10/2013, às 11h17 - Atualizado em 10/05/2019, às 11h20

Tony Ramos - TV Globo / Divulgação
Tony Ramos - TV Globo / Divulgação

Admirado por colegas, críticos e público, Tony Ramos, que já começou a receber homenagens pelos seus 50 anos de carreira, comemorados em 29 de junho do ano que vem, contou um dos segredos do seu sucesso.

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Me sinto feliz, privilegiado, um homem que Deus permitiu ter isso. Acho que isso tudo é uma permissão maior de Deus, que me deu saúde, determinação, perseverança, é assim que eu toco minha carreira. Não me iludo com essa história de glamour, acho um porre, papo-furado. O que funciona para mim é trabalho, trabalho, trabalho”, garantiu em entrevista ao site oficial de A Mulher do Prefeito, série que estreia nesta sexta-feira, 4.

Parceria de Tony Ramos e Denise Fraga

O ator, que terminou recentemente de gravar a novela Guerra dos Sexos e se envolveu com a filmagem de um longa-metragem, afirmou não querer saber de férias. “O que me faz esse cara apaixonado é uma boa ideia, um bom texto, um bom personagem. Enquanto estou com projetos interessantes, nem lembro das férias. O trabalho me preenche”, afirmou.

Além da trama original, A Mulher do Prefeito proporciona a Tony um novo encontro na TV, pois essa é a primeira vez que ele contracena com Denise Fraga. Os dois estavam no elenco da minissérie O Primo Basílio, de 1988, mas não chegaram a atuar juntos. “Desde os ensaios, nossa química foi imediata. Havia uma sinergia, um entusiasmo absoluto de nós dois”, contou.

Apesar de ser uma comédia romântica, a trama de A Mulher do Prefeito também mostra a corrupção na prefeitura da cidade de Pitanguá. Para não ir preso por desvio de verbas, Reinaldo Rangel, personagem de Tony, simula uma doença, consegue ficar em prisão domiciliar e sua mulher, que nunca quis se envolver com o governo, é obrigada a assumir o cargo.

A própria situação política brasileira nos ajuda porque nos dá a possibilidade de criar analogias, referências mais lógicas com aquilo que está acontecendo e com aquilo que o seriado vai mostrar. A comédia é a melhor forma de analisar o ridículo dos poderes. Quando a pessoa acha que tem tanto poder, nada melhor do que a comédia para ridicularizar isso. As cenas são engraçadas, porém com pano de fundo de discussões muito sérias”, ressaltou o ator.