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Renata Ricci: "A vida de hoje não combina comigo"

Na Ilha De CARAS, a musa do 'Zorra' exalta as raízes e seu estilo vintage

CARAS Digital Publicado em 18/05/2015, às 08h01 - Atualizado em 10/05/2019, às 11h20

Renata Ricci - Martin Gurfein
Renata Ricci - Martin Gurfein

No elenco do novo Zorra, humorístico global que estreou no sábado, 9, Renata Ricci (34) busca as raízes de sua família. Bisneta de cineasta, neta de músico, ela lembra com orgulho a infância, quando encenava peças para parentes e assistia aos musicais de Fred Astaire (1899–1987) e Ginger Rogers (1911–1995). “Acho que aprendi a dançar antes mesmo de aprender a andar”, conta, na Ilha de CARAS. Atriz, cantora e bailarina, ela fez sua primeira novela em 2006, Páginas da Vida, após vencer o concurso a Nova das Oito, do Caldeirão do Huck.

Formada em Artes Cênicas, atuou em vários musicais, participou da trama das 6 Boogie Oogie, encerrada em março, e prepara-se para reestrear o musical French Kiss. “Sigo meu DNA”, celebra Renata.

– Você é uma mulher vaidosa?
– Sim. Mas, às vezes, surpreendo, porque até esperam que eu seja mais mulherzinha e eu não sou. Com 12 anos, ensinei minha mãe a se maquiar. Ela não gostava. Adoro também roupa, desenho o modelo e minha avó costura.

– E como mantém a forma?
– Nunca fiz academia, não tenho paciência. Mas sou bailarina desde pequena e até hoje faço aulas todos os dias que posso. O balé é considerado o exercício mais completo, você trabalha a força aeróbica e anaeróbica juntas. O esforço é grande, mais do que na academia, garanto.

– Você está namorando?
– Não, atualmente apenas conhecendo uma pessoa. Sou tranquila com isso. Quando arranjei meu primeiro namorado, já tinha 24 anos. Então, fico bem sozinha, espero alguém especial aparecer, não tem essa coisa de ir atrás.

– Foi longo esse namoro?
– Casamos, ficamos juntos por sete anos. Terminamos há dois ou três anos.

– E não quis ter filhos?
– Não, mas quero ser mãe. Acho que a natureza começou a chamar agora.

– Não é comum hoje em dia alguém ter o primeiro namorado aos 24 anos...
– Eu sou à moda antiga. A vida de hoje em dia não combina comigo. Nunca fui de balada, por exemplo. Não que eu não goste de me divertir, mas prefiro uma noite com violão, música, amigos e um bom vinho.

– E como vem sendo atuar no Zorra?
– Ninguém tem personagem específico. É uma nova linguagem mesmo, um barato.