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Fora do BBB18, Diego critica a postura de Gleici: 'Não deu pra dialogar'

No 'Mais Você', eliminado da semana avaliou trajetória no jogo e analisou sua grande rival

CARAS Digital Publicado em 21/03/2018, às 10h33 - Atualizado às 10h34

Fora do BBB18, Diego critica personalidade de Gleici: 'É difícil' - Reprodução
Fora do BBB18, Diego critica personalidade de Gleici: 'É difícil' - Reprodução

Fora do BBB18 após ser eliminado com mais de 80% dos votos, o agora ex-BBB Diego esteve no Mais Você desta quarta-feira, 21, e não deixou de falar sobre a disputa com Gleici.

Segundo ele, o diálogo entre os dois ficou difícil.

"Eu não tenho nada contra a pessoa Gleici, o indivíduo Gleice porque eu não conhecia. Mas, no jogo, a gente não se encontrou e ela era minha opção de voto assim como eu era opção de voto dela. Foi até o que eu disse: existe um jogo maduro e um jogo imaturo. E ela achou que eu estava falando que ela era imatura. Não deu mais pra dialogar. A forma dela de falar não batia com o meu jeito de falar. Ela dizia que era o jeito dela, e eu dizia, 'pois é, mas é difícil'. Até que ela disse que não queria mais falar sobre isso. E aí encerrou. Foi nossa última conversa", disse.

Ele também falou da reação ao paredão falso que culminou com o retorno de Gleici para a casa. Segundo ele, não foi um motivo de tristeza, mas sim de felicidade. Ana Maria Braga então brincou. "Não parecia [que você estava feliz]", disse.

O estudante então se explicou. "Eu me emocionei com a saída dela porque o Wagner se emocionou porque eu vi a comoção, o ambiente de comoção. Quando ela voltou teve um susto inicial, mas eu aplaudi. Tá, ela voltou para o jogo, o que eu posso fazer? Eu aplaudi, não estava triste por ela ter voltado. Me assustei, óbvio", disse.

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Segundo ele, não havia chance de negar o confronto. Foi por isso que ele se colocou no paredão com a acreana. "Estava com a impressão de que ela tinha uma torcida forte aqui fora e eu era o vilão. Eu precisava tirar a prova dos nove, ou vai ou racha. E rachou", completou o brother.

BALANÇO

Questionado sobre seu papel dentro do confinamento, ele foi taxativo. "Eu entrei no Big Brother para jogar, para vivenciar essa experiência de jogo. Sou muito apaixonado por vídeo game e jogos de tabuleiros e queria viver essa experiência. O jogo, em primeiro lugar, e a convivência, que acompanha o jogo".

"Não sei se eu faria diferente porque, talvez, eu não soubesse fazer diferente. Eu entre para fazer isso e foi o que eu fiz. E aí, óbvio, que a leitura que público faz é sempre soberana , então lá dentro eu criei uma narrativa e eles leram de outra forma e o que eu possa fazer? Tenho que aceitar a escolha do público. Não valeu, não foi legal", encerrou ele.