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Juliana Schalch lista dificuldades na carreira de atriz e abre o jogo sobre streaming

Atriz de A Infância de Romeu e Julieta, Juliana Schalch comenta oportunidades na TV em entrevista À Revista CARAS

Foto: Instagram: @julianaschalch/@anapaulafiedler
Foto: Instagram: @julianaschalch/@anapaulafiedler

Sucesso em A Infância deRomeu e Julieta, novela exibida no horário nobre do SBT,Juliana Schalch (38) se sente segura na carreira de atriz. No entanto, a área de atuação é instável para a maioria dos profissionais, o que provoca insegurança e medo. Em entrevista à Revista CARAS Brasil, a artista lista as principais dificuldades e reflete sobre a chegada do streaming ao mercado do audiovisual. 

"Extremamente difícil! Todo ator precisa ter um cuidado consigo próprio, fazer terapia, exercícios que façam com que ele tenha consciência de si, do personagem e da situação que ele entra em uma produção. É um trabalhar constante para controlar a ansiedade", diz. 

Para entrar na trama escrita por Íris Abravanel (75), Schalch precisou passar por uma bateria de testes com Vittória Seixas (15), intérprete da progonista Julieta Campos. Para jovens atores que estão tentando entrar no mercado, ela aconselha: "Nós recebemos muitos nãos e temos que entender que, às vezes, aquele personagem não é para você. Ter perseverança e paciência"

Serviço de streaming 

Com os avanços tecnológicos, o streaming espalhou pelo mundo com a proposta de oferecer ao público uma nova maneira de acompanhar novelas, filmes, documentários e outras obras audiovisuais. No Brasil, a plataforma é celebrada por Juliana. 

Além de atuar no papel de Mariana Campos, mãe da protagonista de A Infância de Romeu e Julieta, ela é destaque em Vicky e a Musa, série que estreou em julho de 2023 na plataforma de streaming Globoplay. A produção da Globo tem atores como João Guilherme (22) e Jean Paulo Campos (20) em seu elenco. 

"O streaming está abrindo oportunidades. É um fluxo do mercado se abrindo e oferecendo mais oportunidades para todos os profissionais envolvidos nas produções. O Brasil tem muitas pessoas qualificadas para o audiovisual e passou por um momento complicado na pandemia. Agora, está reaquecendo. Eu encaro de uma maneira muito positiva todo esse movimento"

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