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Glamour Garcia na Ilha de CARAS

Ônus e bônus de ser celebridade

Bianca Portugal Publicado em 12/03/2020, às 15h11 - Atualizado em 13/03/2020, às 16h52

A atriz conhece o LipoRobot, tratamento não invasivo que reduz gordura e flacidez, na Ilha - Martin Gurfein
A atriz conhece o LipoRobot, tratamento não invasivo que reduz gordura e flacidez, na Ilha - Martin Gurfein

Por onde passa, Daniela Garcia Machado (31), mais conhecida como Glamour Garcia, chama a atenção. Bonita, extrovertida e engraçada, não foi diferente na Ilha de CARAS, em Ilhabela, SP. Mas por trás do brilho da figura pública, tem uma mulher passando por angústias e ansiedades que ela ainda está tentando compreender para minimizar o sofrimento. A personagem Britney, um dos maiores sucessos da novela A Dona do Pedaço, de 2019, é sempre lembrada com carinho e lágrimas, uma vez que a fama repentina trouxe alguns ônus. Em casa, um relacionamento fisicamente abusivo de um ano, que ela conseguiu encerrar há dois meses, deixou marcas profundas na personalidade de Daniela. “Estou muito frágil. Mais do que quando era aquela menina que não podia ser menina. Muito mais!”, desabafa ela. Premiada na TV e no teatro, olhar sua trajetória é o que a mantém de pé, mas ela não esconde que trava uma luta diária com a autoestima.

– Como é ser famosa?

– Mudou toda a minha vida. Aos 18 anos fui me entender em um corpo trans. Foi a minha emancipação, minha libertação. Até ali, tudo o que eu tinha vivido era uma eterna desgraça. Eu não tinha direito a nenhuma cidadania, não me sentia um ser humano nunca. E eu era sistematicamente abusada, agredida, violentada das maneiras mais horrorosas possíveis, mesmo com todos os privilégios que eu tive. Com a fama, o “Não consigo mais ver uma fatia de bolo que choro!” bullying, o abuso, são inexistentes. Acho ótimo, mas, ao mesmo tempo, é complexo. Em termos artísiticos, estava na hora disso acontecer, mas, em termos humanos, acho que me tornei uma celebridade muito rápido. Eu era muito mais desinibida, hoje me retraí. Não vou mentir, às vezes me sinto um pouco frustrada. Perdi a desinibição que não consigo retomar.

– Se sente pressionada a ser ‘bandeira’ do movimento trans?

– A bandeira é maravilhosa, mas as pessoas não estão olhando a bandeira, na verdade. Estou em um grande aprendizado desta vida pública. Muito disso passa, sim, por ser trans. Porque isso tem um lado muito positivo, mas tem um lado muito exótico ainda para as pessoas. Haja capacidade para contemplar todos estes anseios do público. Não sou esta super heroína. Honestamente, ainda não consegui assimilar tudo o que aconteceu comigo nesses últimos 12 meses.

– Acha limitador ter feito uma trans na TV e não uma mulher?

– Para mim, era essencial que a Britney fosse trans e eu contasse a linda história de uma jovem de 22 anos que tinha acabado de sair da faculdade e queria lutar pelo seu direito de trabalho. A grande questão dela não era o amor pelo Abel. Era a dignidade que ela tinha em ser uma pessoa formada em Ciências Contábeis. A luta dela não era ser uma menina, era ser uma profissional. Hoje, ser reconhecida na mídia não muda o fato que eu sou trans, graças a Deus. Só enobrece. Mas o mercado para os atores trans não é só limitadíssimo. É limitador.

– Como está a vida afetiva?

– Este é o assunto mais perturbador no momento. Não está sendo fácil. Acabo de sair de um relacionamento abusivo. Não falo com orgulho, mas com eloquência, entendendo o que é ser vítima e não se vitimizar. Era extremamente abusivo. Fisicamente, psicologicamente e psiquiatricamente. A opressão, o medo e a violência me inibiram tanto que perdi referência como mulher solteira, não sei mais paquerar. Não vou mentir, fiquei com duas pessoas após o término desse relacionamento e percebi, nesse contato, uma dificuldade enorme. Tenho vergonha, não estou com a autoestima forte, me sinto muito frágil para ter intimidade. Essa relacão me envenenou e estou tentando a duras penas reconstruir a autoestima.

– Como lida com isso agora?

– Nem beijei na boca. Só saí pra jantar e foi muito bom. Não consigo me entregar. Estou muito assustada. Estou apavorada! Não tenho mais as mesmas noites de sono. Me sinto muito frágil, tenho uma dificuldade de contato humano agora, principalmente se envolver desejo. Não vou voltar, mas a questão não é só voltar com ele, o que não vai acontecer nunca. Mas preciso também me voltar para mim e entender o que me fez, infelizmente, me tornar uma vítima completamente violentada. Porque estou esfacelada. Só me mantenho aqui como ser humano porque conquistei espaço na minha trajetória profissional, que é o que vale a pena.

Atriz aprova tecnologia LipoRobot

SOBRE A LIPOROBOT

A plataforma do laser utiliza tecnologia robótica que permite esculpir o corpo, através da redução da gordura localizada no subcutâneo da área tratada, definindo o contorno, e ao mesmo tempo, melhorando a flacidez. Isso é possível graças a esta tecnologia robótica, pioneira e inovadora, realizada através de scanner com um sensor de temperatura. De maneira automatizada, regulamos a potência e temperatura a ser atingida, propiciando um aumento seletivo da temperatura em camadas superficiais da pele, conferindo uma maior firmeza, e nas camadas mais profundas provocando a destruição das células de gordura.

O efeito “tightening” (tensor) é observado desde a primeira sessão, e o efeito de destruição da gordura se faz de maneira progressiva se estendendo até 60 a 90 dias após finalizar as sessões de tratamento.

Uma das vantagens do LIPOROBOT sobre os outros equipamentos que só realizam a redução da gordura localizada, é que esta redução isolada da gordura localizada sem estar associada a uma tecnologia para dar firmeza da área abordada, pode provocar um resultado insatisfatório, pois poderá favorecer uma maior flacidez!

Outra vantagem do LIPOROBOT é a realização de um procedimento confortável, que não precisa se afastar das atividades diárias, podendo ser realizado em qualquer tipo de pele e em qualquer estação do ano.

LipoRobot, tratamento não invasivo

Serviços LIPOROBOT
Shopping Ibirapuera – Piso Campo Belo
(11) 4440-1390
@liporobot