Revista CARAS
Facebook Revista CARASTwitter Revista CARASInstagram Revista CARASYoutube Revista CARASTiktok Revista CARAS

Sambô diz que é normal críticas à mistura de samba e rock: 'Quando não tiver mais acaba a graça'

Grupo Sambô defende a mistura de ritmos e comemora boa fase na carreira. A banda paulista que conquistou o Brasil cantando samba e rock, se prepara para gravar novo DVD

Caras Online Publicado em 14/07/2013, às 12h58 - Atualizado em 10/05/2019, às 11h20

Sambô - Fred Pontes/Divulgação
Sambô - Fred Pontes/Divulgação

Em ritmo de divulgação do DVD Estação Sambô e curtindo o sucesso da versão da música Toda Forma de Amor, tema de abertura da novela Sangue Bom, o grupo paulista Sambô já começa a preparar o repertório para o novo trabalho. A única certeza dos integrantes até o momento é que vão continuar na mistura de samba e rock - fórmula que vem dando certo desde 2006 -, e lutando para vencer preconceitos quanto à mistura de ritmos.

+ Festival de samba reúne Diogo Nogueira, Sorriso Maroto e Thiaguinho no Ceará

"Acho que de alguns puristas e alguns radicais acaba rolando preconceito", diz o vocalista Daniel San. "O dia que não rolar mais crítica acaba a graça", completa o baterista Sudu Lisi. "A gente respeita muito eles. Sempre foi tranquilo, se alguém fala alguma coisa é porque não conhece a gente. Podem falar à vontade, está tudo bem", continua o tecladista Ricardo Gama.

Atualmente o Sambô faz cerca de 30 shows por mês e, pela primeira vez na carreira, tem música em uma novela. "É uma mídia importantíssima e é muito legal participar com diretores e atores fantásticos que a gente admira. Poder estar contribuindo da nossa maneira, com a nossa música, é muito gostoso", comemora Daniel San.

+ Vocalista do Sambô ignora assédio após o sucesso: ‘Minha mulher está comigo desde quando eu tinha um fusca’

O novo DVD será lançado em 2014. "Sempre no mesmo estilo, que é fazendo música que a gente está afim. Eu acho que vai havendo uma mutação, se pegar o primeiro DVD que foi em 2009 e o segundo, que foi no ano passado, há uma diferença da postura, do jeito de tocar, porque é a diferença que vai acontecer no dia a dia com a gente", diz Gama.