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Ilha de Caras / EXCLUSIVO

Na Ilha de CARAS, Vitor Kley celebra o sucesso: ''Sempre tive fé que tudo daria certo''

Em cenário inspirador em Ilhabela (SP), o cantor festeja a carreira e reflete sobre a missão de vida com a música

Tainá Goulart Publicado em 21/03/2019, às 17h43 - Atualizado às 17h43

Vitor Kley - Martin Gurfein
Vitor Kley - Martin Gurfein

O violão no colo, o mar e o sol como paisagem de fundo... Talvez um cenário simples, porém, para o gaúcho Vitor Kley (24), este é o lugar que mais o inspira
a compor suas músicas, como os sucessos O Sol, Morena e o mais recente hit, Adrenalizou.

“Para mim, a música está no ar e eu só vou e pego. É um momento de concentração e conexão enorme, com uma energia inexplicável, que vai transformando as ideias em frases e melodias. Tenho 24 anos, ainda sou um moleque, no começo da carreira, mas, de alguma forma, as minhas músicas chegam às pessoas de um jeito gigante e ajudam a melhorar a vida delas”, reflete o cantor, em dias de relax e ócio criativo na Ilha de CARAS, em Ilhabela, litoral norte paulista, onde se emociona ao relembrar o caso da fã Anna Luisa (5), que escuta O Sol para driblar os momentos tristes durante tratamento contra um câncer. “Depois da Anna, fico pensando em quantas histórias assim não existem por aí... Já fiquei sabendo de vários, como uma menina que ouvia O Farol dentro do presídio e, após cumprir sua pena, realizou o sonho de cantar para sua namorada, além de outra criança com câncer, que se apegou à mesma música… Então, a Anna e esses episódios foram uma espécie de sinal da vida, me dizendo que estou no caminho certo”, afirma o fenômeno.

Durante a visita à Ilha, Vitor passou por um susto ao ser diagnosticado com apendicite aguda e precisou ficar internado durante quatro dias no hospital do município. “Cada conquista, como andar reto, ir ao banheiro, era uma vitória para mim e para a minha família. Acredito que tudo acontece por um motivo, como a apendicite, que trouxe a reflexão sobre o uso do meu tempo. Fazia um monte de shows e projetos, mas chegou uma hora que meu corpo me deu um alerta e mostrou que sou ser humano e não um super-herói.

Para se recuperar, serão cerca de dois meses de bastante repouso, período que está sendo usado para ativar ainda mais sua criatividade. “Costumo escrever umas três ou quatro músicas por mês e, agora, espero aumentar a produtividade! Nessas horas de calmaria, mesmo forçada, me passa um filme na cabeça. Nunca existiu um plano B, pois sempre tive fé de que tudo daria certo. Amém! Hoje, lembro com alegria de todos os perrengues vividos”, conta ele, ao recordar da época em que via a conta no vermelho, salvava o orçamento com inúmeras festas de debutantes e comia muito macarrão com frango. Quanto aos êxitos, Vitor não se deslumbra nem se incomoda.

“Apesar de a exposição aumentar cada vez mais, estou conseguindo ser eu mesmo. Não me incomoda, nem quando falam da minha vida amorosa, por exemplo. Não me esquivo de nada, falo a real sempre”, comenta ele. “Com a Gabi, foi um lance intenso, mas acabou. Não tenho o sonho de constituir uma família, casar, ter filhos… Vou viver um momento por vez”, explica ele ao citar a irmã da Banda Melim, com quem teve rápido relacionamento.