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Julianne Trevisol fala sobre um novo amor: "Estou aberta a conhecer pessoas"

Na Ilha de CARAS, atriz se mostra realizada no trabalho e diz estar mais tranquila com relação ao tempo que as coisas levam para acontecer

CARAS Publicado em 28/03/2014, às 12h27 - Atualizado em 10/05/2019, às 11h20

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Julianne Trevisol - Martin Gurfein; Beleza: Duh; Produção: Christina Boller; Agradecimentos: Lança Perfume, Kimika, Redley, Auslander E Miss Coulture
Julianne Trevisol - Martin Gurfein; Beleza: Duh; Produção: Christina Boller; Agradecimentos: Lança Perfume, Kimika, Redley, Auslander E Miss Coulture

A tranquilidade marca a fase balzaquiana da atriz Julianne Trevisol (30). Acostumada a ter pressa para resolver questões amorosas e profissionais, a carioca celebra, no cenário paradisíaco da Ilha de CARAS, em Angra dos Reis, seu crescimento pessoal. “Aprendi que nem sempre as coisas acontecem no tempo que a gente espera, mas que elas chegam um dia. As respostas vêm com o tempo”, avalia ela, com a mesma serenidade com que espera pelo grande amor. “Estou em uma fase de autoconhecimento, mas aberta a conhecer pessoas e a viver uma paixão”, declara. As conquistas profissionais também lhe ensinaram boas lições. Na pele da misteriosa Zilá, do episódio O Endemoniado de Gerasa, da minissérie bíblica Milagres de Jesus, da Rede Record, Julianne precisou valorizar menos a aparência ao ficar três meses sem fazer as unhas e as sobrancelhas. “Foi interessante. Vi que era uma questão de hábito. Se eu ficar três meses sem fazer novamente, tudo bem”, afirma ela, agora em cartaz no Rio com a peça Uma Vida Boa, que aborda o transexualismo. “Estou inteiramente voltada para o teatro. Quero mudar a cabeça das pessoas em relação à aceitação e respeito ao outro”, almeja.

 – Você está com 30 anos. Como tem encarado essa fase?

– Foi um ano de muita transformação. Depois que fiz 30, me deu uma calmaria. Comecei a ter menos urgência para realizar as minhas tarefas e até para concretizar os meus sonhos. Tenho vivido um estado de espírito de dizer que tudo está bem. Estou gostando de ter mais leveza para as coisas.

– Era muito ansiosa?

– Sempre fui muito séria. Agora a seriedade foi transportada para os lugares que realmente precisam. Esse equilíbrio apareceu naturalmente em minha vida.

– As preocupações estéticas já começaram a lhe incomodar?

– Continuo mantendo a mesma rotina, mas o meu metabolismo mudou muito mesmo. Desde os 28 anos venho sentindo essa mudança. Não dá mais para comer besteiras. Mas ainda não tenho neura com dieta porque sempre fui magrinha. Quando engordo dois quilos, faço mais exercícios e paro de comer bobagens. Assim, logo volto ao meu peso normal.

– Como é a sua rotina de exercícios físicos?

– Eu não paro! Sempre dancei. Tenho formação em jazz e sapateado. Isso me rendeu essa ‘memória muscular’. Agora também tenho feito pilates, que é ótimo para manter a forma. Faço ‘tecido’ também. Ainda conto com a ajuda de um personal trainer para a minha ginástica funcional, mas é mais pontual. Não faço sempre.

– E quais são os seus cuidados com a pele?

– Para os meus trabalhos, sempre preciso estar muito branquinha. Por isso, não tomo sol. E olha que eu moro perto da praia e estou sempre lá! Costumo ficar na areia lendo ou passeando com o meu cachorro, mas nunca torrando no sol. Sempre uso protetor solar e evito os chamados ‘piores horários’ para se bronzear, das 10h às 16h. Eu também não durmo de maquiagem, lavo o rosto com sabonete líquido e, quando a pele não está boa, recorro a uma esfoliação. Deveria usar cremes antirrugas, mas ainda não uso. Tenho preguiça!

– Se considera uma mulher vaidosa?

– Gosto de levar a vida normal e não ser escrava da estética. Não tenho paciência para tratamentos que tomem muito do meu tempo. Acho que a minha profissão já exige que eu esteja sempre arrumada, mas cuido muito do meu cabelo. Sou disciplinada e sigo todas as indicações da minha cabeleireira. Mesmo assim, por um trabalho, até rasparia a cabeça. Não tenho esse apego todo.

– Você está namorando?

– Continuo solteira, mas tenho me dado oportunidades de conhecer pessoas. Também tem sido um momento de autoconhecimento muito bom. Estou gostando de ter mais disponibilidade para os meus amigos, para o trabalho e estudos.

– Como é o homem ideal?

– Sou muito sensível. Ele tem que me tocar de alguma forma. Não sou preocupada com estética. Meus namorados nunca seguiram um padrão de beleza. Não me importo com isso. Procuro ver a essência da pessoa. Tenho que admirar o meu parceiro.

– O desejo de ter uma família já despertou em você?

– Namorei muito e meus relacionamentos sempre foram sérios. Eu costumava ter muita pressa. Agora estou tranquila, mas ainda sonho em ter a minha família.

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