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A plenitude de Carol Trentini com o clã

Com a família, top apresenta Benoah

por Laís Rissato Publicado em 05/07/2016, às 07h06

Na sala, Carol, ao lado do marido, Fábio, com o primogênito, Bento, no colo, afirma que Benoah veio para coroar a felicidade da família. - MARTIN GURFEIN
Na sala, Carol, ao lado do marido, Fábio, com o primogênito, Bento, no colo, afirma que Benoah veio para coroar a felicidade da família. - MARTIN GURFEIN

Acostumada a brilhar nas passarelas mais importantes do mundo a bordo de looks de renomados estilistas, nada enche mais os olhos da top Carol Trentini (28) do que passar um dia em casa, em família, ao lado do herdeiro Bento (2) e, agora, de seu caçula, Benoah, nascido no dia 2 de junho. Plena e feliz com a vinda do pequeno, a gaúcha conta que cuidar de um recém-nascido novamente tem sido uma tarefa mais fácil. “Agora, dá para tirar tudo de letra. Já sei que o bebê não ‘quebra’, que chora mesmo. Benoah nasceu no inverno. Às vezes, é difícil tirar a roupinha para dar banho, mas ele é um anjo, muito querido. Assim que nasceu, já veio direto para o meu peito, para que eu o amamentasse. Também não tive dificuldades quanto a isso”, afirma a gaúcha, ao lado do marido, o fotógrafo Fábio Bartelt (38), na casa deles, em SP. Zelosa, Carol tenta ao máximo preservar a rotina do primogênito, para que ele não se sinta preterido ou tenha ciúmes do irmão. Em alguns dias da semana, reveza-se com o amado para levá-lo ou buscá-lo na escola.

“Estamos com um sistema bem administrado entre eu, meu marido e o padrinho dele e meu cunhado, Anderson Baumgartner, que ajuda muito na criação, para que Bento nunca fique sozinho. Ele é muito o rei do espaço e agora terá de aprender a dividir, mas vamos aos poucos colocando o Benoah na rotina dele”, conta a bela. Bastante participativo, Fábio dá banho, comida, troca fraldas e brinca e pratica com Bento um de seus esportes favoritos, o futebol. “Ele adora brincar de fazer gol e sai gritando pela sala. Tem sido tão tranquilo que parece que temos dez filhos”, diz o fotógrafo, também presidente do Clube Atlético Itajaí, time de sua cidade natal, em Santa Catarina.

Ao contrário de muitas mulheres de sua geração, que optam por ter filhos mais velhas, Carol diz que, por ter começado a trabalhar cedo, aos 14 anos, também sentiu a necessidade de desacelerar mais cedo. Logo veio o desejo de casar e ter filhos. “Sempre fui mais caseira, nunca tive uma fase de curtir a vida adoidado, nem de ir a festas, fumar, beber... Sempre soube que estava pronta para ser mãe. Estar com meu marido e meus filhos é o que me faz feliz. Ter uma família grande foi o que sempre nos moveu”, pontua. “Eu tenho bastante energia e acho que como eu e os meninos não vamos ter uma diferença muito grande de idade, sempre serei uma amigona, vou brincar junto”, completa ela, que acredita ser indispensável que uma criança tenha irmãos. Caçula de três mulheres, todas muito unidas desde sempre, Carol conta que isso ativou nela um senso de proteção e segurança. “É uma ligação muito forte, um pedaço de você. Minha irmã mais velha praticamente me criou, pois meu pai faleceu quando eu era pequena e minha mãe tinha de sair para trabalhar”, explica a top. Mesmo com todas as atenções voltadas para o bebê, o casal tenta, ao menos uma vez por semana, tirar um dia para sair para jantar ou fazer um programa a dois, mesmo que seja em casa. “Isso é muito importante para a saúde do casamento. Muitas vezes saímos para jantar e, quando conseguimos, tentamos não falar sobre as crianças”. Mesmo assim, a top admite ser uma tarefa bem difícil ficar longe deles. “Ter me tornado mãe foi uma mudança avassaladora em minha vida. Você passa a não dar mais valor a coisas pequenas, a dor do seu filho é maior do que a sua dor. Dizem que o coração bate fora do corpo, e é isso mesmo. Sinto que eles me ensinam todos os dias e sou mais feliz e plena quando estamos todos juntos”, conclui.