Revista CARAS
Facebook Revista CARASTwitter Revista CARASInstagram Revista CARASYoutube Revista CARASTiktok Revista CARASSpotify Revista CARAS

PIZZONIA E SUA ALINNE NA FLORESTA

JUNGLE BOY DAS PISTAS APRESENTA A AMAZÔNIA PARA NAMORADA BAIANA

Redação Publicado em 13/06/2008, às 18h35

Alinne Rosa e Antônio Pizzonia em rede do barco que transporta ribeirinhos. - Ribamar, o Caboclo
Alinne Rosa e Antônio Pizzonia em rede do barco que transporta ribeirinhos. - Ribamar, o Caboclo
por Marcos Salles Olhares cúmplices e apaixonados, inúmeras fotos e um eterno sorriso, assim tem sido a rotina do piloto da Stock Car Antônio Pizzonia (27) e de Alinne Rosa (26), cantora da Banda Cheiro de Amor. Essa rotina acontece tanto no Principado de Mônaco, onde ele mora há seis anos, quanto em Salvador, onde ela mora, ou mesmo em plena Floresta Amazônica, que Pizzonia apresentou à namorada durante sua folga. Há cinco meses juntos, eles ainda não pensam em casamento, mas estão juntos sempre que a agenda permite. Para o piloto, a próxima corrida está marcada para 21 de junho, na cidade gaúcha de Santa Cruz do Sul. Já a cantora está produzindo o segundo DVD da Cheiro de Amor e ensaiando para um show acústico, marcado para 2 de julho no Forte São Marcelo, em Salvador. - Gostou da selva, Alinne? - Amei! É um lugar mágico e romântico. Também curti muito as toadas no ensaio do Garantido, mas já as conhecia, pois ele (Pizzonia) canta pra mim. - Já pensam em casamento? - A gente se pede em casamento todos os dias, mas não marcamos. Mesmo com a distância entre Mônaco e Salvador, estamos sempre juntos. Vou às corridas e ele vem a meus shows, vamos namorando. - Como foi entrar na floresta após dois anos, Pizzonia? - Foi como voltar à infância. Tudo ali me fascina, desde o cheiro do mato, das frutas até um simples olhar no horizonte. - Em Mônaco, o que tem da Amazônia para matar saudades? - Quadros, fotos, um cocar na parede e fotos minhas com animais como peixe-boi, onça e ariranha. Mas sinto falta dos peixes amazônicos como o tambaqui, o tucunaré e o pirarucu no cardápio. - Você é bamba na cozinha? - Sou. Aprendi na marra, quando fui morar sozinho, aos 16 anos, em Orlando e depois na Europa. Prestava atenção na minha mãe e hoje minhas especialidades são os peixes, grelhados ou de forno. - Foi o amor pela selva que lhe rendeu o apelido de Jungle Boy? - Sou o único piloto de corrida nascido em Manaus, e isso chamou a atenção. Ninguém acreditava nas minhas histórias. Morava em Cambridge, na Inglaterra, e os mecânicos me deram o apelido. - Como vai a campanha para a preservação da Amazônia nas provas da Stock? - Muito bem. Outro dia saiu uma foto do meu carro, da equipe Cimed Racing, na capa do principal jornal alemão. É um carro branco com um logo verde com a inscrição "Save The Amazon". - Você dirige bem, Alinne? - Ah, dirijo. Se não fosse cantora poderia até estar nas pistas, mas confesso que ainda fico bem tensa durante as provas dele. Só relaxo quando acaba. - E você, Pizzonia, canta bem? - Que nada, sou cantor de chuveiro. Não tenho o talento dela. Mas há dois anos venho aprendendo a tocar guitarra.