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Mônica Martelli diz que será verdadeira e espontânea na nova versão do 'Saia Justa'

Há oito anos encenando 'Os Homens São de Marte... E é pra lá que eu vou!, Mônica Martelli diz que tem prazer em discutir temas sobre relacionamentos. "Me interesso pelas relações humanas"

Redação Publicado em 21/01/2013, às 15h09 - Atualizado em 10/05/2019, às 11h20

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Mônica Martelli - Divulgação
Mônica Martelli - Divulgação

Uma das integrantes da nova versão do Saia Justa, que estreia em março, no GNT, com Astrid Fontenelle (51) no comando,  Mônica Martelli (44) está tranquila para enfrentar a nova empreitada. Jornalista de formação, a atriz ressalta que a função das participantes é debater, analisar e trocar informações sobre diversos assuntos. “É uma exposição do que somos e pensamos”,  avalia ela, que dividirá a atração com a atriz Maria Ribeiro (37) e com a jornalista Bárbara Gancia (55). Até lá, Mônica continua encenando a peça Os Homens São de Marte... E é pra lá que eu vou!, que está há oito anos em cartaz.

- Com o espetáculo Os Homens... e o programa Dilemas de Irene você conquistou um público feminino fiel.  Acredita que essa intimidade com o tema a ajudará no programa?

- Com o sucesso do espetáculo virei uma espécie de conselheira emocional. Recebo e-mails pedindo conselhos sentimentais, participei de programas de rádio dando opiniões sobre casos amorosos.  Quando o assunto é amor, desamor, ilusão, solidão, alegria, expectativa, desejo, quando o assunto é relacionamento, seja de homem mulher, mãe e filha, entre  irmãs, tenho um enorme prazer. Me interesso pelas relações humanas. Essa intimidade com o universo feminino foi construída ao longo dos anos, vivenciando e tendo um olhar crítico para essas questões. Acho que vou contribuir de forma leve e verdadeira.

- Qual a sua expectativa em relação à atração que agora virá num formato novo?

- Estou feliz e empolgada em entrar numa nova formação. A vida é assim, renovação, mudança e enfrentamento do novo. Vamos lá!!!

- Como será a sua participação no programa?

 - Vou tentar ser espontânea e mais próxima de mim, serei verdadeira.  Vou me apresentar como sou, dizendo o que penso, independentemente do tema e sem o compromisso de ser expert em todos os assuntos.

- Acha mais complicado falar para mulheres na tevê ou no teatro?

- A minha busca em entender o universo feminino é existencial, sou motivada a viver essa questão. Eu desejo entender a questão do feminino cada vez mais. Independe de onde eu coloco. No teatro, na tevê ou  no meu dia a dia. Em relação ao teatro e a tevê a diferença é que no teatro a resposta de uma colocação a um pensamento é imediata e na tevê vem a curto, médio e longo prazo.

- Acaba de reestrear Os Homens São de Marte... E é pra lá que eu vou!. Como explica o sucesso desse espetáculo que está em cartaz há oito anos?

- A peça é atemporal e universal. É  uma história de amor, da busca pelo amor, mostra o desejo de uma mulher em encontrar um amor e vivenciá-lo. O espetáculo não envelhece, eu fico impressionada. Às vezes  coloco umas piadas novas, mas só como uma graça a mais para mim mesma porque não interfere em nada na história, nem para o bem nem pra o mal. A história está ali, a trajetória da personagem, a sua busca, suas angústias, suas ilusões, suas alegrias estão intactas porque isso não muda. Quando falamos de desejo, de amor, de solidão, de expectativa, de encontros e desencontros falamos para todas as pessoas em qualquer tempo. Com humor então fica ainda melhor!!!