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Criatividade, a alma dos negócios e da moda

Estilistas fazem releitura da década de 70 e agitam a cidade com desfiles de 17 grifes

Redação Publicado em 31/05/2011, às 12h37 - Atualizado em 01/06/2011, às 02h18

Daniella Sarahyba, para Carlos Miele
Daniella Sarahyba, para Carlos Miele
Nas passarelas do 18º Senac Rio Fashion Business, de 23 a 27 de maio, a fonte de inspiração das grifes foram os anos 1970. Em um vestido acinturado, com fortes referências da época, Daniella Sarahyba (26) voltou a riscar a catwalk no desfile de Carlos Miele. Desde o nascimento da filha, Gabriela, há sete meses, a modelo se dedicou à maternidade. "Fiquei ansiosa para retomar o trabalhar. Estava com saudade", revela. Miele e os demais estilistas apostaram no crochê de pontos largos, na combinação de peças de cores fortes, nas calças cropped (curtas), em sandálias de salto anabela e em acessórios de couro rústico. As referências do vestuário daquela década passaram por uma releitura para serem usadas na primavera-verão. A adaptação da moda evidencia o tema escolhido para essa edição da maior bolsa de negócios de moda da América Latina: Trans-Formação. "O artesanato é a nova alta-costura. A única forma que temos de nos preparar para a concorrência que o mercado mundial promoverá nos próximos anos é investir na inteligência e na criatividade. O avanço tecnológico não desvaloriza o homem", explica Eloysa Simão (50), diretora-geral do evento, que movimentou 845 milhões de reais em negócios este ano, 10% a mais do que em 2010. "O resultado mostra a força do Senac Rio Fashion Business no calendário de moda nacional e sua importância para a economia do Estado do Rio. A moda pode ir além da dobradinha de sucesso glamour e negócios, adequando-se, perfeitamente, ao conceito de economia solidária", acrescenta Orlando Diniz (47), presidente do Sistema Fecomércio-RJ. Recém-chegada das férias na Europa com o marido, André Surkamp (32), a atriz Larissa Maciel (33) ficou curiosa para conferir as novidades. "Tento adaptar as tendências com o meu estilo mais clássico", afirma a atriz, na plateia da Cavendish, no hotel Copacabana Palace, cenário também da apresentação da coleção Sopro da Amazônia, de Victor Dzenk (41). O designer contou com Fafá de Belém (54) para encerrar o desfile, entoando Eu Sou Amazônia. "Ele conseguiu retratar nas peças a alma da floresta com as estampas", conta Fafá, aplaudida por Antonia Fontenelle (38). Sem a companhia do marido, o diretor Marcos Paulo (60), a atriz falou sobre o estado de saúde do amado, que descobriu um câncer no esôfago. "Ele está firme no tratamento. Tenho muita fé", desabafa. Na sede do Fashion Business, na Marina da Glória, Regiane Alves (32) viu a grife Mary Zaide. "Curto o trabalho deles porque acabo usando nos personagens", comenta ela, que há um mês faz a dieta da proteína para viver uma personal trainer na próxima novela das 6, com título provisório de A Vida da Gente. "Só ganhei músculos", avalia ela, com 60 kg em 1,66m. No quadro Medida Certa, do Fantástico, Renata Ceribelli (46) também investe na boa forma. "Visto calças que não me serviam", diz a jornalista, no MAM, após desfile da Mara Mac.