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Diogo Nogueira e Milena: Romance predestinado

Sem programar sua vida o músico atribui ao acaso história de paixão e profissional

Redação Publicado em 07/06/2010, às 17h45 - Atualizado em 12/06/2010, às 14h41

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Na Ilha de CARAS, Diogo e a mulher lembram o início do namoro, há cinco anos e meio. - JOÃO MÁRIO NUNES
Na Ilha de CARAS, Diogo e a mulher lembram o início do namoro, há cinco anos e meio. - JOÃO MÁRIO NUNES
A frase "deixa a vida me levar" ficou consagrada na música homônima de Zeca Pagodinho (51). Mas é também o lema que Diogo Nogueira (29) escolheu para si. A própria carreira, iniciada aos 23 anos, aconteceu por acaso. "Tinha vontade de ser jogador de futebol, cantar era algo que só fazia no chuveiro. Uma vez, meu pai (músico João Nogueira, morto em 2000) me ouviu e disse que havia gostado da minha voz. Mesmo assim, não liguei. Só depois de sofrer uma lesão no joelho mudei o foco para os palcos", explica ele, que começou fazendo participações em rodas de samba e shows de outros artistas. Da mesma forma, Diogo deixou o destino se encarregar da sua vida amorosa. Em uma ida à casa de eventos Ilha dos Pescadores, na Barra da Tijuca, Rio, ele reencontrou Milena Rocha (33), que conhecera no início da sua adolescência. Seguro, o músico garantiu a ela: "Um dia, você vai ser a minha mulher". Pouco tempo depois, o casal iniciou o relacionamento, que já dura cinco anos e meio. "A afinidade que existe entre nós é tão grande, que nos entendemos por telepatia (risos)", define Diogo, que tem com a amada o filho, Davi (4), e participa da educação do enteado, Matheus (12), fruto de uma relação anterior de Milena. - Quando foi que vocês trocaram o primeiro beijo? Diogo- Depois do reencontro na Barra, vi Milena na academia e a chamei para assistir ao meu show em um bar na Lagoa. Resolvemos esticar a noite e saímos para dançar. No fim, já estávamos totalmente grudados (risos ). Milena- Vi que Diogo tinha crescido, estava mais homem, forte e bonito. Decidi dar uma força a ele naquela apresentação e, desde então, nós estamos juntos. - Quais as características que mais admiram um no outro? Diogo - A forma com que meus pensamentos se harmonizam com os dela me faz definir nosso encontro como mágico. Temos as mesmas percepções do mundo e das pessoas. Ela me encanta sempre. Milena - Diogo se preocupa com as pessoas. A fama, os rótulos de galã ou sex symbol não o tornaram egocêntrico. Sua essência é a mesma de antes da carreira. As pessoas perguntam se eu sinto ciúmes do assédio em cima dele. Digo que, quando há confiança, não existe espaço para ciúmes. A paternidade o modificou? Diogo - Antes, era um moleque imaturo. Davi me trouxe responsabilidades e me deu uma boa travada em relação aos atos inconsequentes, comuns em um jovem. Milena - Davi ajudou a firmar ainda mais a nossa relação. Ele nasceu com apenas 1,2 quilo e ficou internado na UTI por um período. Ali pude constatar que Diogo ia ser um excelente pai. Esteve presente o tempo todo. - Você não queria ser cantor. Custou a aceitar a profissão? - Sim, não sabia com segurança se esse era o caminho a seguir. Só me aceitei em 2007, quando gravei o primeiro DVD, Diogo Nogueira Ao Vivo . O trabalho teve um retorno ótimo, com 25 mil cópias vendidas. Percebi, então, que a música havia deixado de ser uma brincadeira e passado a ser minha profissão. Até aquele momento, era um amor que não sabia que existia.