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Música / Vendido

Decidido! Taylor Swift vende jatinho após ameaçar jovem de processo

Após ameaçar processar jovem que rastreia seus voos particulares, Taylor Swift toma decisão drástica e vende seu jatinho

Taylor Swift - Getty Images
Taylor Swift - Getty Images

A cantora norte-americana Taylor Swift tomou uma decisão drástica sobre seus bens. Segundo o jornal Daily Mail, artista vendeu o seu jatinho particular, que lhe acompanhou em diversas viagens ao redor do mundo por mais de uma década, no fim de janeiro.

O veículo informou que a venda da aeronave Dassault Falcon 900LX foi feita para a seguradora de automóveis CarShield, que fica no estado de Missouri, nos Estados Unidos. O valor da venda, no entanto, não foi divulgado. No entanto, quando adquirido em 2011, o jato era avaliado em US$ 40 milhões, o equivalente à cerca de R$200 milhões.

A notícia sobre o jato de Taylor surgiu após uma série de polêmicas o envolvendo. Isso porque uma estudante, que utiliza dados publicamente disponíveis para monitorar as decolagens e aterrissagens de aeronaves pertencentes aos ricos e famosos, foi ameaçada de processo pela equipe da cantora por compartilhar essas informações online.

A famosa também havia sido identificada como a celebridade com maior poluição de carbono em 2022 pela agência Yard, devido a suas viagens aéreas. Swift realizou 170 voos no período de seis meses, o que equivale a mais de 15 dias no ar. Porém, mesmo com a venda da aeronave, Taylor continua com outro modelo de jatinho particular, o 7X, que lhe acompanha na The Eras Tour, que passou pelo Brasil em novembro de 2023.

O processo de Taylor Swift contra jovem estudante

Na última quarta-feira, 7, o jornal Washington Post revelou que Taylor Swift está tentando processar Jack Sweeney, jovem estudante de 21 anos que está rastreando os voos realizados pelo jatinho particular da cantora e compartilhando informações públicas sobre as viagens da artista.

Taylor enviou notificações pedindo a suspensão de atividades de todos os perfis que acompanham seus voos por meio de sua advogada Katie Wright Morrone. As contas reúnem registros disponíveis na internet, por meio da Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA), sobre pousos e decolagens.

No caso da cantora, o perfil acompanhava voos de duas aeronaves de sua empresa, a Firefly Entertainment. Na primeira notificação, enviada em dezembro de 2023, os advogados afirmaram que Taylor "não teria escolha a não ser buscar todo e qualquer recurso legal" caso Jack não parasse com o seu "comportamento de perseguição e assédio".

O documento mencionou que tais publicações trouxeram "danos diretos e irreparáveis, bem como sofrimento emocional e físico" tanto para Taylor Swift quanto para sua família, além de causarem "constante estado de medo por sua segurança pessoal".

"Embora isso possa ser apenas um jogo para você, ou um caminho que você espera que te traga riqueza ou fama, é uma questão de vida ou morte para nossa cliente. Não há interesse legítimo ou necessidade pública para essa informação, além de perseguir, assediar e exercer domínio e controle", concluiu a nota.

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