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Homenageado pela Beija-Flor, Boni revela detalhes do desfile da agremiação

O homem que revolucionou a TV no Brasil fala sobre seu engajamento com o enredo e sua sintonia com os integrantes da escola

CARAS Publicado em 18/02/2014, às 15h55 - Atualizado em 10/05/2019, às 11h20

No embalo da Beija-Flor - Cadu Pilotto
No embalo da Beija-Flor - Cadu Pilotto

Última escola a desfilar no domingo de carnaval, a Beija-Flor não faz somente um tributo a José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni (78). Por sugestão do próprio, o homem que revolucionou a TV no Brasil, a agremiação, em vez de simplesmente falar de sua trajetória, vai contar a história da comunicação. É o que ele fez questão de realçar ao receber na Ilha de CARAS integrantes da azul e branco de Nilópolis, primeira colocada no ranking da Liga Independente das Escolas de Samba do RJ e dona de 12 títulos. “Carnaval é trabalho, emoção e entretenimento, tudo junto. Tem o lado lúdico, da diversão, mas também é extremamente planejado e profissional.  ão é competição por audiência, é exclusivamente pelo lado artístico. Tanto é que não fazemos questão de ganhar, mas de realizar um bom desfile”, assegura Boni. 

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Mas, diante do engajamento do homenageado, os responsáveis pelo desfile da Beija-Flor não têm dúvidas: farão história. “Estamos encantados, ele participa de tudo, está sempre somando e contribuindo com ideias. Trouxe para a escola o requinte de sua vida, da comissão de frente à última ala, são muitas novidades. Podem esperar um espetáculo que há muito tempo não se via na avenida, inovador, alegre e feliz, reflexo da nossa comunidade”, afirma o carnavalesco Fran Sérgio (42), ao lado dos colegas da comissão de carnaval, André Cezari (41), com a mulher, Nayara (38), Ubiratan Silva (38) e Victor Santos (44), os assistentes Cristiano Bara (41) e Carlos Leandro (31) e o casal Marcelo (46) e Dani Misailidis (36), coreógrafos da comissão de frente. “Boni vai muito além de um simples homenageado, pega ideias e dá um upgrade. Tem noção do todo, sabe olhar o que você busca. É como uma lupa, amplia os horizontes, vai conseguir inovar até o próprio processo do carnaval”, elogia Marcelo.