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Maria Cândida faz reflexão ao completar 51 anos: "Muito amor por essa jornada"

A jornalista Maria Cândida fez uma reflexão sobre sua vida ao completar mais um ano

CARAS Digital Publicado em 22/06/2022, às 15h58

Maria Cândida faz reflexão ao completar 51 anos: "Muito amor por essa jornada" - Reprodução/Instagram
Maria Cândida faz reflexão ao completar 51 anos: "Muito amor por essa jornada" - Reprodução/Instagram

Maria Cândidacompletou 51 anos de vida nesta quarta-feira, 22.

Em seu perfil no Instagram, a jornalista fez uma reflexão sobre o novo ciclo e agradeceu pelas experiências que viveu até aqui. 

"5h, despertei. 51 anos. Hoje quero me abraçar com muito amor por essa jornada. E só por ter chegado até aqui... Que haja sol. Que gratidão nascer mulher, vivenciar o grito, o hino feminino finalmente ecoando. Viva a revolução da descoberta do poder que toda mulher tem", começou ela. 

A apresentadora relembrou momentos marcantes de sua vida. "Sou canceriana, nasci numa tarde gelada. Sou explosão de sentimentos. Fui uma adolescente inquieta. Vivi a explosão do rock nacional na SP dos anos 80, dancei, cantei, namorei. Me formei jornalista nos anos 90 e viajei o mundo sozinha. Por incrível que pareça, nunca pensei que trabalharia na tv. Queria ser correspondente de guerra, escrever. Tudo me levou a entender que, sim, através do sorriso, da diversão, do jeito descompromissado, seria mais útil na missão. Acho que tô cumprindo bem", afirmou.

Em seguida, Maria também falou sobre sua carreira no jornalismo. "Este ano completo 30 anos de carreira. Fui desde moça do tempo, repórter de buraco de rua à apresentadora do Oscar. Entrevistei quase todas os fodões de Hollywood. Também roubei sabonetinho da Bulgari do hotel, em Beverly Hills. Viajei por 4 meses por 12 países, entrevistei 144 mulheres, em 2009. Lancei o livro Mulheres que Brilham, em 2011. Casei, fui mãe, descasei. Amo minha filha como uma mãe canceriana."

Ela completou a publicação citando momentos difíceis que passou e falou sobre como se recuperou. "De 2010 à 2016, quebrei, perdi dinheiro, vendi apto, carro, fiquei na m… entrei em depressão. Voltei. Aos 45+ peguei o celular e reconquistei tudo. Em muitos momentos, como a maioria das mulheres, não me dei o devido valor, me maltratei, me puni e me culpei. Mas sem essas dores também não teria visto a beleza dos recomeços, do poder que a maturidade me trouxe. Um degrau acima, a visão mais ampla. Aos 39 anos estava perdida, frágil, tudo parecia confuso e não tinha certeza do mantra que hoje guia a minha vida: 'Não importa o que aconteça amanhã ou daqui 5 minutos… Confio que terei habilidade suficiente para lidar da melhor forma possível com tudo… e só de saber disso, respiro uma confiança e uma autoestima que nunca tive'", finalizou.

Confira a publicação da jornalista: