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Adoçante faz mal: entenda por que ele pode ser o vilão da sua dieta

Além de estimularem doenças no corpo, eles podem engordar a longo prazo. Nutricionista revela quais são os riscos e bons substitutos

Luiza Camargo Publicado em 18/07/2016, às 16h54

Adoçante - Divulgação
Adoçante - Divulgação

 É um mito acreditar que os adoçantes saõ saudáveis e grandes aliados da dieta. Além de muitos fazarem muito mal ao corpo, não evitam a emagrecer e podem estimular uma compulsão alimentar.

" Estudos apontam que o uso de adoçantes podem diminuir a atividade do hipotálamo (centro da fome no cérebro) podendo levar a compulsão alimentar. A principal fonte de energia para o nosso cérebro é o açúcar e sabe-se que o adoçante é formado por edulcorantes que conferem o poder adocicado ao produto. Ao ingerirmos o adoçante, enganamos nosso cérebro dizendo que está entrando energia quando na verdade estamos ofertando uma substância química em que não reconhecemos.Esse processo leva a excitação de neuropeptídeos ligados ao centro fome/saciedade, estimulando a fome visto que a entrada de substâncias químicas não irá nutrir o nosso cérebro, aumentando a sensação da fome", afirma Helton Finocchio, nutricionista funcional da Clínica Andrea Santa Rosa.

Além disso, eles podem ser prejudiciais para as pessoas que sofrem de hipertensão e mulheres que retém muito líquido, já que muitos têm sódio em sua composição.

“Os adoçantes artificiais como ciclamato de sódio, sacarina e aspartame são adoçante conhecidos por serem sintéticos e por causarem inúmeras doenças que vão desde náuseas, ganho de peso, compulsão alimentar, taquicardia, irritabilidade, agravamento de doenças neurológicas e diabetes e até mesmo certos tipos câncer como de bexiga e pâncreas. No Brasil vários sucos e refrigerantes são adoçados com esse tipo de adoçantes é grande parte com altas concentrações”, alerta o expert.

O uso controlado de adoçantes não é perigoso, mas seu excesso, por exemplo, se for consumido diariamente, é muito preocupante. O stevia, por exemplo, tem sido divulgado amplamente como um adoçante saudável. Porém, ainda não há nenhum resultado efetivo que comprova seu lado "bom". Na maioria dos casos, é melhor recorrer a produtos naturais e opções "alternativas, como o mel.

"O ideal é que seja reduzido o hábito de consumo de produtos industrializados e que seja consumido produtos naturais, com o poder de adoçar do próprio alimento.. O mel ou o próprio açúcar, mas na versão demerara ou mascavo, quando consumidos com moderação, são as melhores opções. Quando vejo a necessidade de indicar algum adoçante, costumo indicar o xylitol ou maltitol que são os mais naturais", comenta Finocchio.