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Samara Felippo relembra a dificuldade para amamentar a filha caçula: ‘Tristeza profunda’

Samara Felippo fez um depoimento sobre o que sentiu ao não conseguir amamentar após o fim de seu casamento

CARAS Digital Publicado em 30/06/2017, às 16h21 - Atualizado às 16h24

Samara Felippo com as filhas Alícia e Lara - Manuela Scarpa/Brazil News
Samara Felippo com as filhas Alícia e Lara - Manuela Scarpa/Brazil News

A atriz Samara Felippo fez um relato em suas redes sociais para dividir com suas seguidoras sobre a dificuldade para amamentar a filha caçula, Lara. Ela contou que parou de produzir leite depois de que se separou do pai de suas filhas, o jogador de basquete Leandrinho, pouco tempo depois do nascimento da segunda filha. A tristeza em terminar um casamento e toda demanda de ter dois filhos em casa, fizeram com que ela não conseguisse mais amamentar.

“Quando a Lara nasceu, logo veio minha separação, e consequentemente uma tristeza profunda. (...) Ela mamou apenas um mês. Meu desespero em não produzir leite me ajudou a não produzir cada vez mais. Meu peito foi murchando e se saísse uma gota já era lucro. (...) Mães (...) não se sintam culpadas, teremos ‘culpas’ pela frente ainda. Dane-se o que os outros pensam! Mesmo! Às vezes nos sentimos oprimidas pela mãe ‘Gisele Bündchen’. Você é você e cada uma tem sua dor, sua experiência. Sejam felizes”, disse ela.

Confira o depoimento completo de Samara:

"Hoje revendo minhas fotos, senti uma vontade imensa de falar sobre translactação ou Relactação.

Nunca falei sobre essa minha experiência e acho importante dividi-la. Quando a Lara nasceu, logo veio minha separação, e consequentemente uma tristeza profunda.
Tinha uma recém nascida pra alimentar, cuidar e uma pequena de 4 anos, que além de cuidar física, precisava dar um suporte psicológico. Uma enxurrada de situações novas e tensas numa vidinha de apenas 4 anos. Os pais se separando e uma irmã nova no pedaço. Tirando a atenção que até então era só dela. Enfim...minha única ajuda foi...MINHA MESMO!! Minha mãe claro sempre por perto e amigas. Mas eu precisava levantar e ser forte. Já li e ouvi relatos de depressões pós parto muito mais profundos que o que tive, por isso posso dizer que passei por ele ilesa, menos pelo fato de não conseguir amamentar a Lara. Ela mamou apenas 1 mês. Meu desespero em não produzir leite me ajudou a não produzir cada vez mais. Meu peito foi murchando e se saísse uma gota já era lucro. Até que alguém me indicou uma técnica que aproxima seu bebe de você nesse período, vc ainda consegue evitar a mamadeira e teoricamente estimularia a produção de leite nas minhas glândulas. Algumas mães adotivas também recorrem a essa técnica. Dizem que precisa de pelo menos 2 semanas para começar a produzir novamente, mas eu odiei, não sei se a depressão que tive ajudou a odiar, nada era bom, eu não suportei muito tempo. Estava tão destruída, tão fudida que desisti. Então em tempos de julgamentos virtuais e covardes, principalmente entre mães, lembrem-se da famosa frase: "Não lhe compete julgar a realidade que você não vive".
Mães, amamentem, é de extrema importância e vínculo para seu bebê, mas se não conseguirem, façam o QUE QUISEREM!!!Tentem e se informem sobre parto natural, tentem não recorrer a uma cesárea desnecessária, mas se não conseguirem, façam o QUE QUISEREM!! Não se sintam culpadas, teremos muitas "culpas" pela frente ainda. Dane-se o que os outros pensam! Mesmo!!! As vezes nos sentimos orpimidas pela mãe "Gisele Bündchen". Você é você e cada uma tem sua dor, sua experiência. Sejam felizes?? Ps1: Lara segue ótima!!"

Hoje revendo minhas fotos, senti uma vontade imensa de falar sobre translactação ou Relactação. Nunca falei sobre essa minha experiência e acho importante dividi-la. Quando a Lara nasceu, logo veio minha separação, e consequentemente uma tristeza profunda. Tinha uma recém nascida pra alimentar, cuidar e uma pequena de 4 anos, que além de cuidar física, precisava dar um suporte psicológico. Uma enxurrada de situações novas e tensas numa vidinha de apenas 4 anos. Os pais se separando e uma irmã nova no pedaço. Tirando a atenção que até então era só dela. Enfim...minha única ajuda foi...MINHA MESMO!! Minha mãe claro sempre por perto e amigas. Mas eu precisava levantar e ser forte. Já li e ouvi relatos de depressões pós parto muito mais profundos que o que tive, por isso posso dizer que passei por ele ilesa, menos pelo fato de não conseguir amamentar a Lara. Ela mamou apenas 1 mês. Meu desespero em não produzir leite me ajudou a não produzir cada vez mais. Meu peito foi murchando e se saísse uma gota já era lucro. Até que alguém me indicou uma técnica que aproxima seu bebe de você nesse período, vc ainda consegue evitar a mamadeira e teoricamente estimularia a produção de leite nas minhas glândulas. Algumas mães adotivas também recorrem a essa técnica. Dizem que precisa de pelo menos 2 semanas para começar a produzir novamente, mas eu odiei, não sei se a depressão que tive ajudou a odiar, nada era bom, eu não suportei muito tempo. Estava tão destruída, tão fudida que desisti. Então em tempos de julgamentos virtuais e covardes, principalmente entre mães, lembrem-se da famosa frase: "Não lhe compete julgar a realidade que você não vive". Mães, amamentem, é de extrema importância e vínculo para seu bebê, mas se não conseguirem, façam o QUE QUISEREM!!!Tentem e se informem sobre parto natural, tentem não recorrer a uma cesárea desnecessária, mas se não conseguirem, façam o QUE QUISEREM!! Não se sintam culpadas, teremos muitas "culpas" pela frente ainda. Dane-se o que os outros pensam! Mesmo!!! As vezes nos sentimos orpimidas pela mãe "Gisele Bündchen". Você é você e cada uma tem sua dor, sua experiência. Sejam felizes?? Ps1: Lara segue ótima!!

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