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Atualidades / Vivendo como um Guerreiro!

Em livro, Whindersson Nunes revela luta contra as drogas: "Tive meu penhasco"

O humorista revelou que já era dependente químico antes de conhecer Luísa Sonza

CARAS Digital Publicado em 16/12/2021, às 15h58 - Atualizado às 17h20

Em livro, Whindersson revela luta contra as drogas - Foto: Reprodução / Instagram
Em livro, Whindersson revela luta contra as drogas - Foto: Reprodução / Instagram

Whindersson Nunes lançou o livro 'Vivendo como um Guerreiro' e revelou os momentos e traumas durante a pandemia. O humorista contou que se afundou em drogas no ano de 2020.

Whindersson fez referência à música Penhasco, de Luísa Sonza: "Quando acabou com a Luísa, eu também tive o meu penhasco, era o comecinho da pandemia. Estar sozinho, não sair de casa, me levou a uma viagem que não é uma boa viagem", contou.

"Sem saber o que fazer na minha cabeça para terminar a viagem, eu tive que terminar do jeito que eu comecei. E, dessa vez, foi muito pior. Não havia mais intervalo entre as drogas. Eu acordava e desacordava para a vida", continua Whindersson.

O humorista reforçou seu vício em drogas nunca teve nada a ver com Luísa: "Eu tenho a certeza de que não foi a Luísa a culpada. Não foi por ela que eu me lancei nesse abismo. Foi por mim, foi por um buraco dentro de mim, foi pela ausência das certezas da minha vida", diz Whindersson.

O youtuber continuou, e contou de forma detalhada o que ele sentia ao estar sob efeito das drogas: "Elas aumentavam as minhas paranoias, medo das violências, medo das invasões. E o pânico? Não desejo isso para ninguém. Meu cérebro derretendo. Minhas noites mal dormidas, virando de um lado para o outro."

Em trechos intimistas, Whindersson também revelou que conheceu Luísa quando estava sob efeito das drogas: "Eu conheci ela em 2017, no dia que encontrei Luísa, eu estava virado de droga, não estava bem, estava em busca do que eu não sabia. Quando a vi, enxerguei ela meio que brilhando. Foi o começo de uma viagem, uma viagem de alguém que tem o instinto de professor. Eu queria passar tudo pra ela, eu queria que ela desse certo."

Em Vivendo como um Guerreiro, Whindersson também agradece Luísa: "Minha viagem com Luísa durou 4 anos. Ela me ajudou com a minha autoestima. Eu não me achava um cara interessante [...]. Mas o olhar dela fazia com que eu acreditasse que, de fato, eu era interessante, eu era legal. E nisso, ela foi minha professora. E eu sou grato. Até hoje eu tenho uma confiança que ela despertou em mim", disse Whindersson.

Ainda em relato forte, o humorista conta que pensou em se internar, mas seus amigos instruiam que Whidersson não deveria fazer isso: "Meus amigos diziam que que isso seria um prato cheio para a mídia. E eu também não queria que isso fosse um prato cheio para que as pessoas culpassem Luísa".