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Robson Caetano celebra suas conquistas com o esporte

Veloz como sempre para impor sua filosofia

CARAS Publicado em 01/08/2016, às 18h36

Na Ilha de CARAS, o medalhista olímpico e comentarista da Fox Sports diz que busca incentivar jovens atletas com sua experiência - CESAR ALVES
Na Ilha de CARAS, o medalhista olímpico e comentarista da Fox Sports diz que busca incentivar jovens atletas com sua experiência - CESAR ALVES

Já se passaram 17 anos da aposentadoria, mesmo assim o ex-velocista Robson Caetano (51) permanece uma referência no esporte brasileiro. Medalhista olímpico, orgulha-se não só de seus feitos nas pistas, mas também por ter ajudado a popularizar o atletismo no País. E, por consequência, poder levar uma vida confortável, como contou na Ilha de CARAS. “Sou bastante feliz com o que tenho, não é muito, mas é o necessário para continuar vivendo com tranquilidade”, afirmou o hoje comentarista da Fox Sports, bronze nos 200m rasos na Olimpíada de Seul, em 1988, e no revezamento 4x100m, em Atlanta, em 1996.“O esporte foi a ponte para me tirar de uma condição de vida. Um divisor de águas. Sou de uma comunidade chamada Maré, em Nova Holanda”, lembrou.

Apesar do dia a dia mais distante do atletismo, Robson revelou que faz questão de não perder o contato com a nova geração das pistas. E tem dado conselhos aos seus sucessores. “Há pouco tempo, tive uma conversa com os jovens do revezamento 4x100. Mexi um pouco com os brios. É preciso chacoalhar os garotos. Isso ajuda. Muitas vezes não é só a falta de treinamento ou de recursos que explicam a derrota em uma competição. De repente, é a atitude”, avaliou. Mas não é somente no meio profissional que Robson define-se como crítico e linha dura. Em casa, os filhos, Gabriel (29) e Luiza (12), também são cobrados constantemente. “Sou muito ligado neles, mas sempre falo que não vou dar mole. É fundamental estudar, ralar, fazer seu caminho. Essa é a minha filosofia. Prometo ser o camarada que vai orientar da melhor maneira possível. Porém, não me peçam presente caro porque não tenho como dar”, ressaltou.