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Zeze Polessa abre o coração sobre vida afetiva e confessa: "Tenho uma alma solteira"

Em entrevista à CARAS, Zeze Polessa comentou sobre vida de solteira e relembrou como lidou com maternidade no início da carreira

Mãe de João Polessa, a atriz Zeze Polessa já foi casada duas vezes - FOTOS: SELMY YASSUDA
Mãe de João Polessa, a atriz Zeze Polessa já foi casada duas vezes - FOTOS: SELMY YASSUDA

Depois de viver dois casamentos, a atriz Zeze Polessa (70) garante que não se incomoda de estar solteira. Empoderada e de alma livre, ela contou à CARAS que não lhe falta companhia no dia a dia e acabou se acostumando com a liberdade. Segundo a artista, ela gosta mesmo é de namorar.

"Nos fundos da minha casa sempre tenho alguém por lá (tem uma casinha nos fundos), sempre tem um amigo que vem que ficou hospedado lá. Eu gosto muito de morar sozinha, gosto muito muito, não acho que a casa é grande, não fico perdida na casa, todos os lugares são completamente habitáveis por mim. Eu acho que eu tenho uma alma solteira", brinca. 

"Eu gosto de namorar. Já morei junto, fiz uma família, tive tudo, marido, filho, mas eu acho que eu fui me encaminhando para minha essência que é a de uma pessoa solteira", completa ela, que já foi casada com os atores Paulo José e Daniel Dantas.

Ela aproveitou para refletir sobre como valoriza a liberdade. "Acho que uma coisa que a gente sempre tem que estar testando os limites, é a nossa liberdade plena. Essa, por exemplo, da independência, da autonomia, eu tenho e é maravilhoso", garantiu.

Com 50 anos de carreira, Zezé relembrou como foi se dividir entre a maternidade e a profissão. Mãe de João Polessa, fruto do seu relacionamento com o ator Daniel Dantas, ela conta que não foi nada fácil perder alguns momentos do crescimento do herdeiro. 

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"Foi difícil, mas eu dei conta. Quando eu fui fazer Top Model, ficava o dia inteiro fora de casa. Era um personagem muito grande e meu filho ficava em casa, com a pessoa que estivesse trabalhando na minha casa naquele momento".

Ela confessa que ficou um pouco triste, mas que ter uma rede de apoio foi fundamental. "Ficava angustiada de não estar acompanhando, de se acontecer alguma coisa e não estar no momento para ele conversar. Mas minha mãe era bastante presente. A avó e a bisavó, pelo lado do pai, também estavam bastante presentes. A família do pai foi muito presente", lembra. 

zeze polessa