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A dedicação de Leonardo Medeiros com a herdeira: "Clara mudou minha vida!"

Ator mostra realização com a paternidade ao lado da herdeira, Clara

CARAS Digital Publicado em 04/07/2015, às 08h12 - Atualizado em 10/05/2019, às 11h20

Leonardo Medeiros - FERNANDO LEMOS/LEMOS FOTOGRAFIA LTDA
Leonardo Medeiros - FERNANDO LEMOS/LEMOS FOTOGRAFIA LTDA

Dedicado às artes cênicas e à profissão como poucos, inclusive nos momentos de lazer, o ator Leonardo Medeiros (50), no ar como o oceanógrafo Lauro da novela global Sete Vidas, que termina dia 10, exerce a paternidade com a mesma intensidade e amor. Ele, que já tem Antonio (19), da relação com a produtora Luciana Mello (45), se reinventou com o nascimento da caçula, Clara (5), com a atriz Rennata Airoldi (38). “Clara mudou minha vida! Temos um afeto tão grande um pelo outro, ela é bem agarrada comigo. Já o Antonio, é independente, tem a vida dele... Digo que ter filhos dá uma situada na vida e lhe transforma em alguém melhor”, falou ele, em fim de semana de diversão com a herdeira na Ilha de CARAS, no Rio. “Ela é uma criança muito ativa, cheia de energia, mas muito obediente e dócil. Vejo alguma coisa artística nela, pois Clara canta muito bem, tem uma voz muito bonita. É uma carreira difícil, mas quem sabe ela não segue os passos dos pais?”, refletiu ele. Com sólida carreira nos palcos e também na TV — esta é sua sétima novela, além de ter atuado em seriados como A Muralha, de 2000, Amazônia – de Galvez a Chico Mendes, em 2007, e Força-Tarefa, em 2009 —, ele afirma que se sente como um soldado à disposição da profissão. “A TV traz visibilidade, torna conhecido. Minha carreira sempre foi estável, nunca teve altos e baixos, e acredito que esta novela foi importante, pois resgatou para mim e para o público o folhetim clássico e a simplicidade, das histórias de amor e da ausência de violência”, pontuou. Solteiro após os dois longos casamentos, Leonardo vive na ficção o drama de ter sido traído pela mulher, Isabel, interpretada por Mariana Lima (42). Segundo ele, as relações amorosas, salvo algumas exceções, têm “prazo de validade”. “Minha experiência diz que relações se esgotam. Hoje em dia é mais bem aceito o fato de você se separar, algo em que a geração dos meus pais nem pensava. Acho complicado insistir em uma relação falida, as pessoas mantêm casamentos infelizes. Claro que não dá para generalizar, mas, para mim, a separação é algo inevitável quando as coisas estão ruins”, explica ele, afirmando que as experiências e o repertório da vi da real ajudam na composição de personagens. Com o fim da trama e das gravações, no Rio,  o ator volta a  SP, onde vive, e, além de retomar as atividades cotidianas como ler e ver filmes, se dedica ao seu projeto pessoal mais ambicioso, o da companhia Teatro da Rotina, mantida por ele e oito atores. “Esse é o projeto mais importante da minha vida e que me realiza como artista. A primeira peça, dirigida por mim, As Palavras da Chuva, está em cartaz há sete meses. O próximo projeto é o espetáculo Desassosego, que estreia em novembro”, declarou.