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Nutricionista comenta o Bikini Bridge, a ‘brincadeira’ que virou hit na internet

A ‘tendência’ do bikini bridge surgiu na internet como uma brincadeira, mas foi citada quase 10 mil vezes no Twitter. A seguir, uma nutricionista explica que a estrutura óssea é o que determina a formação da ponte, independentemente da magreza

Juliana Cazarine Publicado em 17/01/2014, às 16h18 - Atualizado em 10/05/2019, às 11h20

Nutricionista comenta o Bikini Bridge, hit na web - Foto-montagem
Nutricionista comenta o Bikini Bridge, hit na web - Foto-montagem

A hashtag #bikinibridge foi usada cerca de 10 mil vezes no Twitter apenas em janeiro - ela quase sempre acompanhada de uma foto que mostra o que é a tendência: ser magra a ponto de a calcinha do biquíni fica suspensa nos ossos do quadril. Apontada como a sucessora da barriga negativa, a moda bikini bridge (ou ponte de biquíni, em tradução livre) foi apenas uma piada criada no 4chan (fórum de discussão) para ser um viral da internet. Mesmo assim, virou febre na internet.

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Segundo a nutricionista Bia Rique, da clinica Ivo Pitanguy, querer não é poder no caso do bikini bridge. A busca pela abertura no quadril, portanto, pode ser prejudicial. “Só tem a ‘ponte’ quem tem o osso ilíaco - que fica no quadril - saltado. Existem mulheres muito magras que não têm essa abertura. Como nem todo mundo tem esse tipo físico, é um absurdo que isso seja apontado como tendência.”

O IMC (Índice de massa corporal) de uma mulher com peso saudável varia entre 18,5 e 24, em geral. “Sou a favor da pessoa que busca ter um corpo em forma e manter a saúde. Pode acontecer de ter a bikini bridge e estar saudável, desde que o biotipo seja favorável a essa condição. Mas querer ficar magra demais para tentar ter a barriga não é aceitável”, diz a nutricionista.