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Cássia Linhares: "Estou em uma das minhas melhores fases"

Felicidade com Bento e Eduarda

Luciana Marques Publicado em 14/09/2017, às 09h49

Em sua casa, no Rio, a Shag-Shag de O Rico e Lázaro celebra fase de equilíbrio e conquistas com filhos da união com Renato Bussière - Cadu Piloto
Em sua casa, no Rio, a Shag-Shag de O Rico e Lázaro celebra fase de equilíbrio e conquistas com filhos da união com Renato Bussière - Cadu Piloto

O passar dos anos só tem feito bem a Cássia Linhares (43), não só fisicamente e profissionalmente, como em relação ao equilíbrio do corpo e da mente. No ar como a Shag-Shag de O Rico e Lázaro, da Record TV, a mãe de Eduarda (8) e Antonio Bento (4), do casamento de 11 anos com o tabelião Renato Bussière (43), enumera esses ganhos ao receber CARAS em seu apartamento, no Rio. “Acho que em cada momento da vida vem uma maturidade, segurança. E sinto que estou em uma das minhas melhores fases com as crianças, o Renato e comigo mesma”, diz. O papel como a adivinha e alcoólatra na trama bíblica, por ser diferente de tudo o que já fez em seus 23 anos de carreira, veio para somar a esta etapa feliz. “Sempre fui meio medrosa. Acho que o fato de me sentir livre para criar fez com que confiasse mais em mim. Fiquei tão completa por pegar esse papel, sem estereótipo”, conta ela, que estará na terceira temporada da série Conselho Tutelar, com estreia prevista para janeiro.

– Fale um pouco desta fase do Antonio Bento e da Eduarda...

– Ela é uma graça, carinhosa, meiga, obediente. Fisicamente, é a mini-Cássia. Já a personalidade, puxou ao pai. Renato é mais reservado, calado. O Antonio Bento é mais parecido comigo, gosta de chamar a atenção, sai na rua e fala com todo o mundo. Fui abençoada com os meus filhos.

– Há receita para uma união longa como a sua com Renato?

– Não procurei alguém que me completasse, mas que admirasse. Ouvia do meu mestre de meditação que as pessoas erram porque querem alguém que as complete. Se você está pela metade, ninguém vai conseguir preencher o resto. Renato é um cara que admiro, honesto, digno, bom pai, filho, marido, meu amigo. A gente não tem competição. Ele vibra com minhas conquistas e eu, com as dele. Tem briga? Tem. Só que a gente quer dar certo e não pode desistir na primeira pedra.

– Como se vê hoje, se gosta?

– Acho que nunca estive tão bem fisicamente. Engraçado, vejo fotos com 20, ok, estou novinha, mas hoje me vejo melhor. Descobri uma dieta que, para mim, deu certo. A redução do carboidrato junto com o higienismo, em que não se mistura proteína, nem carboidrato com proteína... Me alimento bem, de forma saudável. Acho que tudo conciliou agora, maturidade, felicidade e disciplina, por isso consegui o corpo que sempre quis.

– Falando dos seus 23 anos de carreira, há arrependimentos?

– Faço terapia desde os 17 anos e outro dia cheguei à conclusão sobre o que quero para a vida. Ser uma pessoa legal. E tenho uma história! Saí de casa com 17 anos, fui batalhar, trabalhei muito e sempre mantive minha dignidade em tudo. Então, quando olho para trás, realmente, je ne regrette rien (não me arrependo de nada). Claro que a gente sempre almeja mais. Perdi oportunidades tomando decisões erradas. Fiquei anos contratada na Globo, na Record e acho que me dediquei pouco, não fui tão workaholic. Mas meu foco sempre foi minha evolução pessoal e profissional. Acho que precisava ter passado por tudo, não há mágoa, não fico dizendo ‘Ah, podia ter feito isso’... Foi! O interessante é onde estou agora. É muito legal.