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Caio Castro conta que seu foco é o cinema "abdiquei de novela este ano"

O ator que interpretou Michel explica o motivo de optar por cinema na Casa de CARAS em Santa Catarina

CARAS Digital Publicado em 11/06/2014, às 16h02 - Atualizado em 10/05/2019, às 11h20

Caio Castro na Casa de CARAS - Samuel Chaves
Caio Castro na Casa de CARAS - Samuel Chaves

Depois do grande sucesso na novela Amor à Vida, onde viveu o sedutor médico Michel, Caio Castro (25) quer agora encarar novos desafios. Com sete anos de carreira e alçado ao posto de galã global, ele não quer se acomodar. “Meu primeiro filme, A Grande Vitória, acabou de estrear. Também fiz uma participação em Confissões de Adolescente e acabei de filmar na Bahia o Travessia. Ainda tenho quatro longas até o final do ano”, conta o ator, que curtiu dias de relax na Casa de CARAS, em Itapema, SC. Sobre um possível affaire com a parceira de cena, Maria Casadevall (26), com quem é visto frequentemente, ele evita falar. “Foi beijo técnico”, afirma, categórico, sobre o trabalho.


– Por que optar por cinema?

– Estou apaixonado. É diferente de novela, você só começa a rodar quando está tudo pronto. Existe um tempo para a preparação do personagem, um cuidado maior.

– Alguma novela em vista?
– Não. Abdiquei de fazer novela esse ano. Eu já tinha vontade de fazer cinema desde 2009, mas acabei adiando. Senti necessidade de me dedicar ao cinema e comuniquei isso à direção e aos chefes de elenco. Eles entenderam.

– Houve resistência?

– Eles não ficaram chateados, pelo contrário, me apoiaram e disseram que isso seria bom pra mim. Até liguei perguntando se estava demitido e disseram ‘não’.

– E a repercussão da trama?

– Essa novela foi uma surpresa para todos, um grande sucesso, que teve muitas premiações. A proposta do meu personagem era muito sensual, com um apelo quase sexual. A Maria Casadevall também estava disposta a fazer, sem pudor. Foi bem legal!

– Gosta de ser símbolo sexual?

– Levo de forma tranquila, pois foi a proposta do personagem. Se deu certo, fiz meu trabalho bem.

– E as cenas de nudez?

– Foi uma questão de respeito mútuo e um cuidado para não expor demais. Gostei do resultado.

– O sucesso do par foi resultado da química entre vocês?

– Sem dúvida. Nos empenhamos,  tínhamos cuidado com cada cena. Criamos um balé envolvente. Chegávamos para gravar com a cena ensaiada, pronta. Muitos diziam que nós dois não dávamos beijo técnico, mas, muito pelo contrário, por mais que tivesse língua e fosse real, era técnico.