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Caetano O'Maihlan comemora seu retorno às novelas com o papel de Setur em 'A Terra Prometida'

O ator que já participou de outras tramas bíblicas, conta tudo sobre sua carreira e novo personagem

CARAS Digital Publicado em 14/06/2016, às 14h48

Caetano O'Maihlan - Carol Beiriz
Caetano O'Maihlan - Carol Beiriz

O ator Caetano O'Maihlan está de volta à TV encarando dois desafios: interpretar o personagem Setur na novela  A Terra Prometida , da Record, e dar vida à Ivan na série 'Insônia o Canal Brasil. Ele, que está comprometido com o novo papel na novela, já participou de produções como Sítio do Pica-Pau Amarelo, Da Cor do Pecado, Malhação, e A Diarista.

Em bate-papo exclusivo com a CARAS Digital, Caetano contou detalhes de sua carreira e do novo personagem, o Setur. Veja a entrevista na íntegra:

Como será o seu personagem na novela A Terra Prometida?

Meu personagem será um guerreiro mestre em forja de metais, responsável por armar o exército das doze tribos para a conquista da Terra Prometida. Muito hábil em desenho, ele também ajudará Josué a fazer os mapas para as batalhas. Será acusado injustamente de trair seu melhor amigo, Boã (Tatsu Carvalho), o líder tribal. E a mulher de Boã, Sama (Andreia Avancini), o acusará, injustamente, de tentar seduzi-la.

Não é a primeira novela religiosa que você faz. Qual é a sensação? 

De fato esse envolvimento com a novela não de época mas de "era", começou em 2012 quando fiz meu primeiro hebreu em Rei Davi. Depois fiz José do Egito e a pouco protagonizei um episódio de Milagres de Jesus.
Posso dizer que as dificuldades em humanizar algo tão distante já foram superadas, o que fica é o desafio de uma nova personalidade dentro desse gênero, que gosto muito.

Além da novela você está envolvido em outros projetos como a série Insônia, como tem sido participar desse projeto?

É muito prazeroso quebrar com a estrutura novelística dentro do veículo televisivo. A diferença da série para novela está desde os planos, longos sem cortes, passando pelo roteiro, um thriller de serial killer, com um jornalista que pensa que é vampiro, numa atmosfera de jazz, xadrez e cocaína.

Como surgiu a inspiração para seguir carreira de ator? Você já pensou em seguir outra profissão?

Tudo caminhou muito naturalmente. Sou filho de artista, meu pai, o músico Edu Viola, atuou no musical Hair e em diversas produções da época. Minha primeira peça profissional surgiu por "acaso", quando ainda estava no colegial, e me chamaram para um teste com o grande diretor Vladimir Capella. Subi no palco morrendo de medo do que ele ia me pedir, ele me olhou por um instante infinito e perguntou: 'Qual o seu signo?' Respondi: 'Leão'. E ele: 'Está contratado!' Depois comecei minha formação no teatro escola Célia Helena e continuei estudando até me formar na Casa das Artes de Laranjeiras. Se já cogitei desistir e seguir outra profissão? Só milhares de vezes! Recentemente investi em uma empresa de marketing multinível, aprendi muito. Mas a profissão de ator sempre me chamou de volta. E alguma coisa sempre fica das experiências paralelas, comecei a produzir minhas peças, por exemplo. 

Quais são seus planos profissionais para os próximos meses?

Além da continuidade ao meu trabalho com os Doutores da Alegria nos hospitais da rede estadual do Rio de Janeiro, pela minha CIA de Teatro Íntimo, também farei a circulação de João Cabral pelo circuito SESI em novembro, espetáculo em que, além de produzir, atuo ao lado de Raphael Vianna.