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Julio Rocha faz viagem com a namorada, Patricia Gutkoski, para Nova York

Galã de Amor à Vida, Julio volta ao teatro com a peça O Cachorro Sorridente

CARAS Publicado em 14/03/2014, às 11h40 - Atualizado em 10/05/2019, às 11h20

Julio Rocha em sua recente viagem a Nova York com a namorada, a advogada gaúcha Patricia Gutkoski - Jayme De Carvalho Jr.; Produção: Ana Ligia Sampaio
Julio Rocha em sua recente viagem a Nova York com a namorada, a advogada gaúcha Patricia Gutkoski - Jayme De Carvalho Jr.; Produção: Ana Ligia Sampaio

Julio Rocha (34) em sua recente viagem a Nova York com a namorada, a advogada gaúcha Patricia Gutkoski (32). “Temos só quatro dias para aproveitar, não dá para desanimar ou ficar reclamando. Optamos por um carnaval diferente, temos de acordar cedo, colocar a fantasia e sair curtindo... Mesmo que a fantasia seja luva, casaco e gorro”, justifica ele, entre risos. “A Pati é de acordar cedo, mas eu confesso que sou da noite. Dá vontade de ficar na cama até tarde, mas muita coisa nos espera em Nova York”, acrescenta ele, que levou a amada a pontos obrigatórios como o Central Park, a Times Square, o Rockefeller Center e o Top of the Rock. Desfrutando do recente sucesso como o ambicioso e galenteador dr. Jacques, da trama global Amor à Vida, o ator paulistano aproveitou a estada na metrópole que tanto ama — ele chegou a morar na Big Apple para estudar interpretação e inglês — para recarregar as energias antes de mergulhar em mais um promissor projeto. No dia 10 de abril, Julio estreia em palcos cariocas com Danielle Winits (40) a peça O Cachorro Sorridente, uma comédia com adaptação de texto de Miguel Falabella (57) e Artur Xexeo (61) e direção de Cininha de Paula (54). “Estou muito feliz em voltar para o teatro com pessoas tão fascinantes, ícones do nosso País. Paro e penso: ‘Meu trabalho está sendo reconhecido, acho que estou no caminho certo’.”

– Você mal terminou um trabalho e vai engatar outro?

– Não podia ser melhor! Eu sempre fui de comédia, adoro fazer o público rir, mas meus últimos personagens na TV não eram nada cômicos. Estava com saudades. Fiz uma participação em Pé na Cova, com a Marília Pêra e o Miguel, e adorei. Também queria voltar ao teatro, tive uma temporada de O Casamento do Pequeno Burguês, de Bertolt Brecht, em SP, no ano passado, mas não deu para estender, pois coincidiu com a novela.

– A novela, aliás, ainda lhe rende bons frutos...

– Ah, tem coisa mais gostosa que o carinho do público? Essa visibilidade foi a Globo que me proporcionou. Fui reconhecido até na Polônia, acredita? Talvez pelo começo da carreira ter sido difícil, por eu ter batalhado tanto para chegar aqui, dou muito valor ao fã.

– Mas em Nova York você trocou de papel.

– Aqui entrou o ‘Julio fã’, que fica com a perna bamba quando vê um ídolo, como foi com o Al Pacino. Fiquei todo bobo. Também vi uma peça com o Denzel Washington e fiquei esperando do lado de fora do teatro para pegar autógrafo. Essa emoção não é muito diferente que contracenar com um astro brasileiro como o Tony Ramos, por exemplo. O nervosismo é o mesmo, mas no Brasil você tem de disfarçar um pouco. (risos)

– Como lida com o assédio? Leva muitas cantadas?

– Com senso de humor e também com muito respeito pelas fãs e pela minha namorada. Eu trato todo mundo bem, não importa o momento. E quando eu recebo uma cantada, geralmente canto a pessoa de volta e vira uma piada só! Não tem como ser diferente; tem gente que revida a agressão. Eu revido a cantada. (risos)

– Gosta da fama de galã?

– É muito gostoso, mas não interfere absolutamente nada na minha vida pessoal ou artística, muito menos no meu ‘mata um leão por dia’. Gente bonita, talentosa e inteligente, graças a Deus e especialmente no Brasil, está cheio. A questão do galã tem a ver com um determinado papel que você está fazendo e principalmente por ser na televisão, onde a exposição é muito maior. Esse ‘rótulo’, digamos assim, não me faz mais feliz ou triste, mas não deixa de ser um elogio. Eu sou muito pé no chão e isso tem a ver com a educação que recebi dos meus pais. Sempre vi a fama, de uma maneira geral, como uma consequência e não como meu primeiro objetivo.

Patricia, como vê isso?

– O carinho que ele tem com as fãs e o senso de humor são coisas que admiro muito no Julio. Ele sempre é brincalhão, o que é muito bom para a nossa relação porque eu sou mais séria, quieta. Não me incomodo se ele dá atenção às fãs. Pelo contrário, morro de orgulho. Sei que, quando ele está comigo, me trata como a rainha do castelo. Julio é um homem gentil, romântico e faz tudo para me agradar.

– Julio, o que você mais admira na Patricia?

– O companherismo, a inteligência e a alegria. Ela é muito dedicada ao trabalho, é uma grande advogada. Sem falar que é gata! Olha que sorte a minha, a mulher é linda e com todo esse conteúdo.