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Juliana e Guilherme: história de amor inevitável

Na Embaixada de CARAS, namorados lembram início da relação e revelam sonho do casamento

Redação Publicado em 26/07/2010, às 13h17 - Atualizado em 09/08/2012, às 15h22

Na luxuosa khaya do Rattray's, o carinho dos atores. Juntos há dois anos, acreditam que jeito parecido de encarar a vida contribui para o êxito do namoro. - MARTIN GURFEIN E WANDER ROBERTO/INOVAFOTO; PRODUÇÃO: CLAUDIO LOBATO; AGRADECIMENTOS: VICTOR DZENK E CORPOREUM
Na luxuosa khaya do Rattray's, o carinho dos atores. Juntos há dois anos, acreditam que jeito parecido de encarar a vida contribui para o êxito do namoro. - MARTIN GURFEIN E WANDER ROBERTO/INOVAFOTO; PRODUÇÃO: CLAUDIO LOBATO; AGRADECIMENTOS: VICTOR DZENK E CORPOREUM
Par romântico na novela global das 8 Duas Caras, em 2008, os atores Juliana Alves (28) e Guilherme Duarte (33) tentaram evitar ao máximo o envolvimento na vida real. "Não queria correr o risco de me apaixonar por um colega de trabalho, confundir os sentimentos e depois me arrepender", explicou Juliana. Porém, o jeito semelhante de encarar a vida os conduziu a uma história de amor inevitável. "Mesmo assim, o primeiro beijo só aconteceu no fim da trama", completou a atriz. "Vimos que era algo sincero. O tempo me certificou de que estava completamente en cantado por ela", disse Guilherme. Na Embaixada de CARAS na África do Sul, no Rattray's em Ma laMala Game Reserve, os namorados confessaram que a viagem contribuiu para uni-los mais. Admiradores da natureza, eles compartilharam a emoção de fazer um safári pela primeira vez. "Sem pré adorei assistir aos documentários do National Geographic. Mas nunca pensei que um dia teria o prazer de presenciar alguma cena dessas ao vivo", contou o ator. "Chegamos a ver um leão matando um javali. Foi um momento cheio de tensão. Fiquei realmente chocada, mas sei que isso faz parte do ciclo natural da vida", analisou ela, que está no ar na novela global das 7, Ti Ti Ti. - Quais são suas afinidades?Juliana - Tanto eu como Guilherme consideramos a humildade fundamental para o bom convívio. Se você tem essa característica, adapta-se facilmente a qualquer circunstância. Ambos queremos aprender e observar. Sabemos ouvir o outro, impor nossa opinião, mas damos o braço a torcer quando reconhecemos o erro. Guilherme - Somos de famílias simples, Ju vem do subúrbio carioca e eu, da Baixada Fluminense. Temos uma base sólida, valores bem definidos, que não nos fazem deslumbrar. Fama nem sucesso seriam capazes de tirar nosso pé do chão. Somos gratos pela educação que nossos pais nos deram e jamais esqueceremos nossas raízes. Juliana - Participamos dos dois lados da moeda. Vivemos o glamour propiciado pela profissão sem virar as costas para os lugares que nos fizeram tornar quem somos. - Além do jeito simples de levar a vida, o que mais contribuiu para o êxito da relação?Juliana - O respeito que temos um pelo outro. Em dois anos de namoro, Guilherme nunca me destratou. Isso gera bastante confiança. Para mim, são as pequenas pedras as que mais incomodam, porque são nelas que podemos tropeçar. As grandes, avistamos de longe e desviamos. Por isso, acho que são nos menores atos que ele me conquista diariamente. Guilherme - Além disso, nunca varremos as brigas para debaixo do tapete. Preferimos resolver os malentendidos na hora. Não deixamos acumular. Acreditamos que o segredo para a harmonia é sempre o diálogo. Raramente discutimos. - Vocês já moram juntos?Guilherme - Tenho dormido bastante na casa da Ju... Juliana - É, mas cada um mantém ainda o seu cantinho. - O que acham que falta para dividir o mesmo teto?Guilherme - Aí é com ela! Juliana - Tenho um desejo e é uma questão de honra realizá-lo: sempre sonhei em casar. Guilherme - Por isso, Ju brinca que só vou ter direito a um guarda-roupa na casa dela quando nós subirmos ao altar (risos). Juliana - Temos códigos no nosso namoro. Se acho que Guilherme está com uma quantidade muito grande de roupas no meu armário, digo "Ih... Isso para o casamento é um passo (risos)". Brincadeiras à parte, essa é uma forma de não empurrarmos o relacionamento com a barriga. É lógico que, depois que casarmos, nossa relação vai evoluir naturalmente. Não gosto de controlar nada, mas se existe alguma coisa de que gosto de ter o comando é o projeto do casamento. - Não consegue se imaginar sem concretizar esse sonho?Juliana - Não. Temos certeza do que sentimos. Mas já que não temos uma data, prefiro manter o "código". Não quero chegar ao ponto de pensar "casar para quê? Já moramos juntos mesmo...". - E você, Guilherme, também sente a mesma vontade?Guilherme - Claro. Quando vou a um casamento, me comovo ao ver a noiva entrar. Nesse momento deve passar um filme na cabeça do casal. E eu quero ter o prazer de viver essa emoção.