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Austrália seduz e emociona Juliana Paes

No set da novela 'Totalmente Demais', a estrela fala da saudade dos herdeiros

CARAS Digital Publicado em 23/10/2015, às 07h54 - Atualizado em 10/05/2019, às 11h20

A atriz grava em Sydney, que tem como cartão-postal a Opera House. - RENATO ROCHA MIRANDA/TV GLOBO
A atriz grava em Sydney, que tem como cartão-postal a Opera House. - RENATO ROCHA MIRANDA/TV GLOBO

Gente festeira e calorosa, praias com mar azul-turquesa sem igual, cenários deslumbrantes. Tudo isso fez com queJuliana Paes(36) se rendesse aos encantos da Austrália, na Oceania.

No país que fica do outro lado do mundo e, ao mesmo tempo, é tão parecido com o Brasil, a atriz grava Totalmente Demais, novela global das 7, com previsão de estreia em novembro. E confessa a felicidade de dividir a experiência com fãs de outros cantos do planeta, já que a trama também será vendida ao exterior. “A Austrália é um país lindíssimo, que associa infraestrutura, qualidade de vida e calor humano de um jeito fantástico. Tem sido uma delícia gravar aqui. Estamos sendo recebidos com tapete vermelho em todos os lugares”, disse a musa, que dá vida à antagonista Carolina, diretora de uma revista de moda.

A atriz gravou em Whitehaven, uma das dez praias mais belas do mundo, e em Hamilton Island, no arquipélago Whitsunday, coração da famosa Grande Barreira de Corais, Patrimônio da Humanidade. Já em Sydney, arrasou em cartões-postais como a Opera House, o Botanical Garden, o Solis House e Bondi Beach.

Diante do entusiasmo com o trabalho, um porém: a falta dos filhos, Pedro (4) e Antonio (2), e do marido, o empresário Carlos Eduardo Baptista (37), que ficaram no Rio, onde mora a família. “É sempre difícil deixar as crianças em casa... A única parte negativa de estar aqui é a saudade dos pequenininhos”, confessa a estrela global.

É a primeira vez que você fica tão longe dos meninos?
Não, já viajei com o Dudu outras vezes. Mas o máximo que conseguimos ficar longe deles são 12 dias. Acho que quando você tem alguém para dividir a saudade, a angústia é diferente. Aqui, eu estou abandonada! (risos)

E como é que se mata essa saudade com um fuso de 13 horas e quase 25 horas de voo?
Nós trocamos vídeos, pois o horário não bate nunca. Quando dá para falar aqui, lá pelas 7 da manhã, lá já são 8 da noite, e eles estão indo dormir. Fico tranquila, pois meu marido é incrível e um pai maravilhoso!

Sente falta da farra com eles?
Muita! Quando estamos os três brincando, não tenho limite. Me comporto como eles. A gente pula no sofá, faz bagunça!

E sua personagem, Carolina, é uma vilã à la Miranda, de O Diabo Veste Prada?
Não posso chamá-la de vilã. É obstinada, ralou muito para chegar onde chegou. Tem uma inspiração, uma pitada da Miranda, sim, mas não é má, nem esnobe.

Ela não faz maldades. Mas e quando Eliza, papel de Marina Ruy Barbosa, entrar na vida do Arthur, papel de Fábio Assunção?
Aí já são outros 500. (risos) Mas a relação da Carolina e do Arthur é diferente. Eles são almas livres, ficantes para a vida inteira. É algo moderno.

Você viveria essa situação?
Olha, eu estou muito bem casada, vivo um momento pleno, amo o Dudu e nossos filhos!

Você cursou Publicidade. Isso ajuda a entender o universo fashion das publicações?
É, fiz na ESPM, mas meu diploma só fica na parede. (risos) Sim, a Publicidade abre caminhos legais. E eu faço meu marketing o tempo todo. (risos)

Você roubou a cena quando foi à Opera House...
Aquele vestido vaporoso da gravação chama a atenção. As australianas são deslumbrantes, loiras de olhos azuis. Não me senti chamando tanta atenção.

A diferença está, justamente, no seu tipo brasileiro... Os homens não tiravam os olhos.
O brasileiro tem aquilo de olhar fixamente, com insistência. Acho que aqui eles se controlam um pouco mais, até nisso são educados. Ou estão olhando depois que passei. (risos)

No geral, o povo australiano é muito receptivo, não?
Os australianos são bem parecidos com os cariocas: solares, carinhosos, animados, gostam de dançar, de rir. Das comidas, amei o chocolate Tim Tam, o Fish and Chips, que é o peixe frito com batata frita, herdado da colonização inglesa, as ostras adocicadas e a grande oferta de coisas frescas e saudáveis nas ruas.

Quais serão as suas melhores lembranças daqui?
Os passeios em Hamilton, a cor da areia, do mar, a vegetação... É tudo intocável, preservado. Não há lixo nas praias. E os coalas, cangurus, peixes e pássaros. Muita diversidade. Achei incrível a infraestrutura das praias. Em Bondi, há uma piscina pública maravilhosa, enorme, com água do mar, fundo infinito e uma vista fantástica!

E a questão cultural do país?
Tudo por aqui funciona. O jeito deles: mente aberta e voltado à saúde. Um lugar onde se busca o que há de melhor em qualidade de vida. As regras são obedecidas. Nas praias, não se pode levar comida, bebida, cigarro nem animais. E isso é uma maneira de se ter grande liberdade!