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TV / Novidade

Vera Holtz revela motivo para estar longe das novelas: ‘Hora de mudanças’

Vera Holtz participa do programa Diálogos, da GloboNews, e revela o motivo para ter se afastado do audiovisual para se dedicar ao teatro

por Priscilla Comoti

pcomoti_colab@caras.com.br

Publicado em 31/05/2024, às 16h43

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Mario Sérgio Conti e Vera Holtz no programa 'Diálogos', da GloboNews - Foto: Globo/Divulgação
Mario Sérgio Conti e Vera Holtz no programa 'Diálogos', da GloboNews - Foto: Globo/Divulgação

A atriz Vera Holtz é a próxima entrevistada do programa Diálogos, do jornalista Mario Sérgio Conti, na GloboNews. A entrevista vai ao ar nesta sexta-feira, 31, e traz a artista falando sobre sobre a atual fase de sua carreira.

A estrela em cartaz com dois espetáculos no teatro. Ela faz o monólogo Ficções, inspirado no livro ‘Sapiens - Uma Breve História da Humanidade', e também com O Estrangeiro, que é uma adaptação do romance de Albert Camus. Com isso, Holtz explicou a decisão de se afastar das novelas e obras audiovisuais para explorar outras artes.

"Eu fiquei muito tempo no audiovisual, adoro fazer televisão, não tenho nenhum problema, peguei um período magnífico de grandes novelas, só vivi muito bem a minha vida nesse período todo com a televisão. E aí eu comecei a perceber que estava na hora de mudança, sair daquele trem-bala, né? Porque televisão é um trem-bala, você descobre... não sabe onde é que para a próxima parada, né? E eu sempre falo que é um transatlântico, uma hora que sai a novela, depois que sai o transatlântico... depois para fazer a curva é meio complicado", afirmou ela. 

A última participação dela em novelas foi em Amor de Mãe, de 2019, na Globo. 

O início da carreira de Vera Holtz

Recentemente, Vera Holtz conversou com a CARAS sobre o início de sua carreira artística. Ela começou a atuar nos palcos do teatro em 1975, quando se mudou para o Rio de Janeiro e ingressou na Escola de Artes Dramáticas (EAD). Ela conta que seus pais, José Carlos Holtz e TerezinhaFraletti, apoiavam os estudos e já estavam acostumados com a partida dos filhos de Tatuí, no interior de São Paulo, para a capital paulista, já que não havia universidades em sua cidade.

"O negócio foi a escolha da arte. Até São Paulo podia, mas eu fui para o Rio de Janeiro. Passei um pouquinho da régua deles", recorda. "Tive que ensinar a entender o mundo teatral. Começaram a perceber que não é bem o que imaginavam, e criou um pouco de confiança. Às vezes eu penso como eu consegui romper com isso tudo. Era muito mais forte o desejo de partir e seguir com outras coisas."