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"Estou nas nuvens", diz Simone Gutierrez sobre papeis musicais na novela 'Joia Rara' e na peça 'Aípod'

A atriz reestreia peça 'Aípod' em São Paulo no próximo sábado, 27, e se prepara para viver vedete na próxima novela das 18h na Globo

CARAS Online Publicado em 24/07/2013, às 11h49 - Atualizado em 10/05/2019, às 11h20

Simone Gutierrez - TV GLOBO / Raphael Dias; Raphael Mesquita e Thyago Andrade / Photo Rio News
Simone Gutierrez - TV GLOBO / Raphael Dias; Raphael Mesquita e Thyago Andrade / Photo Rio News

A atriz Simone Gutierrez, que viveu a protagonista Tracy Turnblad no musical Hairspray, se prepara para voltar a interpretar personagens ligados à música em sua carreira nos palcos e na TV.

No próximo sábado, 27, Simone reestreia o espetáculo Aípod no teatro MuBE, em São Paulo, e em setembro estreia como uma vedete de cabaret na nova novela das 18h na Globo, Joia Rara.

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"Estou nas nuvens, fazendo personagens que gosto e que estão de alguma forma ligados à música", contou a atriz para a Caras Online. "Na novela, vou fazer uma gordinha que se tornará a melhor dançarina do cabaret. Será como voltar a interpretar a Tracy do musicalHairspray".

Em Joia Rara, Simone entrará na segunda fase da novela, e terá a companhia de Letícia Spiller, Mariana Ximenes, Tânia Khalill, Giovanna Ewbank, Fabíula Nascimento e Ana Lima, que já começaram os ensaios e preparações para viverem as vedetes de um cabaret na história criada pelas autoras Duca Rachid e Thelma Guedes.

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Já a peça Aípod, que faz ao lado de Edu Berton, Simone poderá cantar e dançar, uma vez que o espetáculo se passa numa emissora de rádio fictícia, onde os ouvintes podem ligar e pedir as músicas.

"É uma espécie de stand up musical, pois fazemos outros arranjos de músicas conhecidas. Também há uma crítica construtiva sobre o gosto das pessoas. Manda quem pode, obedece quem tem ouvido", contou Simone.

A atriz explicou ainda que o espetáculo poderia se passar dentro de um bar, pois não há dramaturgia. "Mas ninguém iria parar e prestar a atenção no nosso trabalho. Então levamos para os palcos e inserimos elementos que podem ser encenados. O espetáculo é atemporal e diferente a cada apresentação", disse.