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TV / LANÇAMENTO

Selton Mello fala sobre a quinta temporada de 'Sessão de Terapia'

Produção de Selton Mello estreia nesta sexta-feira, 4, com Rodrigo Santoro, Letícia Colin e Luana Xavier, além da participação de Danton Mello

Natalia Queiroz Publicado em 04/06/2021, às 12h06 - Atualizado às 12h10

Nova temporada de 'Sessão de Terapia' estreia no Globoplay - Divulgação
Nova temporada de 'Sessão de Terapia' estreia no Globoplay - Divulgação

Nesta sexta-feira, 4, a série Sessão de Terapia voltou ao catálogo do Globoplay com a sua quinta temporada.

A trama traz novamente Selton Mello como o terapeuta Caio Barone, que enfrentará os dilemas de quatro novos pacientes: Manu (Letícia Colin), Tony (Christian Malheiros), Giovanna (Luana Xavier) e Lídia (Miwa Yanagizawa).

Além disso, Rodrigo Santoro estreia no enredo como o supervisor, Davi. E pela primeira vez, os irmãos, Selton e Danton Mello surgem juntos na televisão.

Em coletiva de imprensa, o ator e diretor Selton Mello, a autora Jaqueline Vargas e o produtor Roberto D’Ávila, comentaram sobre as novidades desta nova temporada.

O grande dilema de Caio nesta temporada é descoberta de que tem um irmão, Miguel, fruto de um outro relacionamento de sua mãe, que o abandonou ainda na infância.

"A jornada dele na quarta temporada era a mãe, já nesta temporada é que surge a figura do irmão, e a tentativa de fazer com que ela conheça esse irmão, então ele fica lutando contra isso, até que acontece-se esse reencontro", explica o protagonista.

Esse embate entre irmãos de ficção fez com que um lindo encontro acontece-se na televisão: pela primeira vez Selton e Danton Mello contracenando juntos.

"Foi um belo encontro. Curiosamente, mesmo a gente tendo começado criança, nunca tínhamos trabalhados juntos na TV. Como é que nenhum diretor, nenhum autor teve a ideia de falar assim ‘poxa, são dois irmãos atores, vamos colocar eles juntos fazendo irmãos? Ninguém fez isso, então fizemos nós mesmos (risos)", disse Selton. "As pessoas se emocionaram e compararam ‘mas a voz é igual’, e até com essas coisinhas a gente brincou. Foi um episódio poderoso", afirmou ele.

Por se tratar de uma gravação durante um período atípico de pandemia mundial, a autora revelou que o assunto não permeia durante todos os personagens, mas a situação está ao redor: "Tivemos a preocupação de não sobrecarregar, até porque é uma coisa passageira", disse ela. E completou: "A situação agora é atípica, mas as questões dos personagens podem acontecer a qualquer momento e com qualquer pessoa".

Selton concordou com a fala de Jaqueline e complementou: "A gente filmou no ano passado e ficou na dúvida: 'colocamos a data, outubro de 2020?', e chegamos na conclusão que era melhor não. Então sabemos que se passa em algum momento da pandemia", declarou.

"Em questão de marketing, vocês vão perceber que existe uma preocupação com a higienização, a gente tentou fazer isso de uma maneira que não atrapalhasse o drama. E de fato a pandemia atuou como um fator de estresse e um gatilho", concluiu Roberto.

O convite para Rodrigo Santoro participar de Sessão de Terapia

Nesta nova sequência de episódios, o terapeuta Caio segue nas suas sessões de supervisão, que desta vez recebe a interpretação de Rodrigo Santoro como Davi.

Em Sessão de Terapia, os astros brasileiros se reencontram após 13 anos sem atuarem juntos. A última vez foi no filme Os Desafinados (2008). E ainda jovens, trabalharam na novela Olho no Olho (1993).

No bate-papo, Selton falou sobre o convite para Santoro participar da série e sobre a amizade: "Foi um encontro espiritual, de imediato, temos muitas coisas em comum, somos muito amigos e mantemos essa amizade ao longo desses anos todos e cada um trilhou um caminho. Então a gente sempre quis trabalhar junto, pensava nisso sempre e foi possível agora. A pandemia possibilitou, porque ele estava aqui com a família".

E prosseguiu explicando o final do enredo da quarta temporada, que acabou exigindo um novo personagem para ser o supervisor de Caio: "Eu trouxe para ele essa ideia, porque na temporada anterior o Caio e a Sophia ultrapassaram a linha, então teria que trocar e veio essa ideia de ter alguém da mesma idade para ter esse embate, essa tensão entre eles, que depois vai se dissolvendo. É muito bonito, às vezes a gente se pegavam falando coisas que poderiam ser eu e Santoro, além do público poder ver a gente junto", concluiu.