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O mundo sob os pés da atriz Gabi Lopes

Na Califórna, a atriz fala da carreira em Hollywood e no Brasil

CARAS Publicado em 27/07/2016, às 08h03

No Parque Nacional Joshua Tree, Gabi, que ganhou destaque em Malhação, diz como vem ampliando horizontes em sua vida profissional - DANIEL FERREIRA
No Parque Nacional Joshua Tree, Gabi, que ganhou destaque em Malhação, diz como vem ampliando horizontes em sua vida profissional - DANIEL FERREIRA

Fã da atriz americana Dakota Fanning (22) desde os 8 anos, Gabi Lopes (21) confessa que a estrela foi a inspiração para começar a atuar ainda na infância e a cultivar o sonho de ganhar o mundo com seu trabalho. Por isso, no último ano ela vem se dividindo entre as filmagens em Hollywood e no Brasil, como conta durante passeio ao Parque Nacional Joshua Tree, na Califórnia, EUA. “Comecei a estudar cinema em Los Angeles e as coisas vêm rolando. Mas meu foco é a carreira nacional”, sentencia Gabi, sucesso natemporada 2014/2015 de Malhação. Com a agenda lotada de trabalho, neste segundo semestre, a atriz estreia a série Casos de Ocor - rências, do Multishow, rodará Eu Fico Louco e Avó É a Mãe, ao lado de Mônica Iozzi (34), além de investir no segundo projeto americano, November Thirteen.

Gabi conta que, apesar da saudade de casa, vem valendo a pena o sacrifício de ficar longe da família. “Faz parte. Quando volto é sempre mais gostoso”, garante ela, sem tempo para vida social e namoro. “Estou solteira e extremamente realizada”, reforça a atriz, que ainda tem três canais no Youtube, em um deles mostra os bastidores de suas viagens. Além disso, em 2017 vai lançar um livro de autoajuda e um guia de viagens.

Qual o maior desafio de um brasileiro no mercado de cinema internacional?

A aceitação. Aqui criticam a forma como nós, atores, falamos a língua deles. Por isso, não costumam apostar em brasileiros para papéis americanos. 

Como sua família reagiu ao vê-la trabalhar fora do país?

Os meus parentes me apoiam demais. Estão sempre me telefonando, torcendo por mim. 

De quem você herdou o gosto por viagens?

A minha família sempre foi humilde. Então, não viajávamos muito. Apenas de carro, mas sempre para visitar parentes. O primeiro passeio de avião foi aos 17 anos, e a trabalho. E ano passado, aos 21 anos, fiz a minha primeira viagem internacional.

Em um ano você conheceu 15 países. Como é desbravá-los?

O mais incrível é a experiência em si. Descer em um novo país ou continente, absorver uma energia diferente do que está acostumado. O fato de conhecer lugares novos é sempre transformador. Você viaja uma pessoa e volta outra, sempre.

Como lida com a exposição na rede social para 2 milhões de seguidores?

Já tem uns sete anos que trabalho com isso. Para mim, é algo natural, faz parte da minha vida, é orgânico.