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Filipe Ribeiro fala sobre a experiência de interpretar um garoto de programa: ''Caminho diferente''

Ator Filipe Ribeiro abre o jogo sobre a experiência de interpretar um garoto de programa em Vítimas Digitais, série da GNT

Emilly Nascimento Publicado em 23/12/2019, às 10h59 - Atualizado em 06/01/2020, às 10h19

Filipe Ribeiro abre o jogo sobre experiência de interpretar um garoto de programa - João Fenerich
Filipe Ribeiro abre o jogo sobre experiência de interpretar um garoto de programa - João Fenerich

Na última segunda-feira, 16, foi ao ar o episódio Chico da série Vítimas Digitais, da GNT. A trama é uma espécie de docudrama que conta histórias verídicas sobre pessoas que sofreram crimes digitais. Filipe Ribeiro interpretou um garoto de programa no projeto e contou com exclusividade para CARAS Digital um pouco de como foi essa experiência.

“Para mim foi muito legal fazer um garoto de programa, ainda mais que eu tive que fazer um outro caminho, porque não era uma cena que envolvia sexo ou sedução. Ali era o Júlio, o personagem, indo lá pelo dinheiro dele. Então, com isso ficou mais claro de entender as motivações do personagem e sair daquele lugar comum, de um cara fazendo um tipo e sendo sensual, ali tinha realmente o interesse pelo dinheiro e zero pelo sexo. Foi uma pesquisa e um caminho diferente, eu gostei muito”, revelou. 

O artista também deu o que falar no ano de 2015 quando interpretou o homofóbico e preconceituoso Fred, na novela Babilônia, da TV Globo: “O papel que mais marcou minha carreira. Foi um personagem com um arco muito bonito, ele começou sendo odiado pelo público e terminou com o público abraçando ele. No Twitter eu tive respostas bem legais do público, as pessoas queriam que ele continuasse na novela, porque ele saiu uma semana antes de acabar a novela, né?! E foi muito bacana, ainda mais ter feito esse arco bonito da redenção dele. Ele começou julgando todo mundo e acabou sem o peso do julgamento, ele teve uma redenção muito bonita”, afirmou. 

Além de atuar na TV, o astro também escreve, pinta e já esbanjou talento participando de um musical, mas declarou que prefere trabalhar nas telonas: “O teatro musical foi uma grande passagem, eu tive muito carinho. Foi logo depois de Babilônia, e eu queria essa experiência de cantar, dançar e interpretar em cena. Eu gostei muito, mas eu prefiro outro registro de atuação, que é esse registro mais cotidiano e mais real. Eu gosto muito do audiovisual e da imagem em si na tela, e eu estou feliz com os trabalhos que estou fazendo”, ressaltou. 

Quando questionado sobre seus projetos para sua carreira ele logo respondeu: “Além de atuar, eu escrevo e pinto, então os meus primeiros projetos até março estão relacionados a isso. Eu tenho que preparar uma exposição, estou terminando um single e estou com duas viagens marcadas, onde vou documentar algumas imagens para preparar o curta-metragem que irá acompanhar o single”, pelo que parece muitas coisas ainda estão por vir. 

Por fim, falou sobre o que espera para o próximo ano: “Eu quero fazer um filme, realizar mais projetos pessoais e autorais, fazer novela, engolir o audiovisual e fazer tudo o que eu puder de audiovisual, e quero viajar, quero ir para a Tailândia”, concluiu.