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TV / Luto eterno

Camila Pitanga faz homenagem para Domingos Montagner: ''Quatro anos sem meu amigo''

Camila Pitanga emociona as redes sociais no aniversário de morte de Domingos Montagner

CARAS Digital Publicado em 16/09/2020, às 17h37 - Atualizado às 17h41

Camila Pitanga faz homenagem para Domingos Montagner - Globo/ Renato Rocha Miranda
Camila Pitanga faz homenagem para Domingos Montagner - Globo/ Renato Rocha Miranda

Na última terça-feira, 15, a triste partida de Domingos Montagner completou quatro anos.

Camila Pitanga, então, decidiu usar suas redes sociais nesta quarta-feira, 16, para fazer uma homenagem muito linda ao amigo.

Em seu Instagram, a atriz publicou uma foto de um rio, tirada de dentro de um barco e usou um texto de Fernando Pessoa.

“Ontem foram quatro anos sem meu amigo Domingos…”, começou e em seguida engatou nas palavras do famoso escritor português: “O mistério das coisas, onde está ele? Onde está ele que não aparece. Pelo menos a mostrar-nos que é mistério? Que sabe o rio e que sabe a árvore. E eu, que não sou mais do que eles, que sei disso? Sempre que olho para as coisas e penso no que os homens pensam delas, Rio como um regato que soa fresco numa pedra. Porque o único sentido oculto das coisas É elas não terem sentido oculto nenhum, É mais estranho do que todas as estranhezas E do que os sonhos de todos os poetas E os pensamentos de todos os filósofos, Que as coisas sejam realmente o que parecem ser E não haja nada que compreender. Sim, eis o que os meus sentidos aprenderam sozinhos: — As coisas não têm significação: têm existência. As coisas são o único sentido oculto das coisas”.

É bom lembrar que o ator faleceu ao se afogar no rio São Francisco, no intervalo das gravações da novela Velho Chico, onde contracenava com Pitanga.

Veja:

Ontem foram quatro anos sem meu amigo Domingos... "O mistério das coisas, onde está ele? Onde está ele que não aparece Pelo menos a mostrar-nos que é mistério? Que sabe o rio e que sabe a árvore E eu, que não sou mais do que eles, que sei disso? Sempre que olho para as coisas e penso no que os homens pensam delas, Rio como um regato que soa fresco numa pedra. Porque o único sentido oculto das coisas É elas não terem sentido oculto nenhum, É mais estranho do que todas as estranhezas E do que os sonhos de todos os poetas E os pensamentos de todos os filósofos, Que as coisas sejam realmente o que parecem ser E não haja nada que compreender. Sim, eis o que os meus sentidos aprenderam sozinhos: — As coisas não têm significação: têm existência. As coisas são o único sentido oculto das coisas." Fernando Pessoa

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