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Após suposta quebra de Código de Ética, Globo esclarece casos de jornalistas em propagandas

Rodrigo Bocardi e Renata Vasconcellos têm supostos casos de publicidades esclarecidos pela Globo

CARAS Digital Publicado quinta 1 agosto, 2019

Rodrigo Bocardi e Renata Vasconcellos têm supostos casos de publicidades esclarecidos pela Globo
Rodrigo Bocardi e Renata Vasconcellos - Reprodução/Instagram

Nos últimos dias, antes de pedir demissão, Dony De Nuccio teria levado uma bronca da Globo, após ter participado de um vídeo interno de um banco.

Depois da repercussão do caso, outros jornalistas foram apontados por terem descumprido o Código de Ética da emissora, entre eles, Rodrigo Bocardi e Renata Vasconcellos.

Diante das suposições de que os dois jornalistas teriam feito algo parecido ao ex-âncora do Jornal Hoje, a Globo se pronunciou e enviou uma nota para a CARAS digital, esclarecendo a situação.

Veja a nota enviada pela Rede Globo a seguir:

"Rodrigo Boccardi não tem e nem nunca teve uma empresa como a do jornalista Dony de Nuccio: não produz vídeos de nenhuma espécie, não faz projetos de comunicação, não faz vídeos publicitários, não capta clientes, não faz assessoria de imprensa.

Sua PJ é o meio usado para que seja remunerado por palestras, mediação de debates ou apresentação de eventos, sempre fechados, sem transmissão ao público. A nota fiscal encaminhada se refere a uma série de 9 palestras, realizadas há dois anos, para funcionários, sobre a sua trajetória e carreira, em evento fechado e sem transmissão.

Renata Vasconcellos não lembra precisamente de quando foi a participação no vídeo interno ao qual às fotos se referem, mas estima que deve ter ocorrido há oito anos ou dez anos. O vídeo não foi obviamente produzido por ela: ela apenas foi contratada como apresentadora para um trabalho voltado a funcionários.

Importante destacar o comunicado que a Globo divulgou hoje e que se refere ao assunto: A direção de Jornalismo da Globo informa que foi procurada por alguns de seus jornalistas que relataram que foram contratados por terceiros para participação em eventos institucionais gravados em vídeo, mas sempre com proibição expressa de que as imagens fossem veiculadas ao público externo ou a clientes.

Em alguns casos, a participação se deu com autorização da Globo por não ferir as políticas atuais da empresa. Em outros casos, a participação foi inadequada, mas sem má-fé. Todos informaram que não possuem empresas prestadoras de serviços de marketing, assessoria de imprensa ou de projetos de comunicação empresarial.

A Globo, ciente agora de que persistem em alguns dúvidas sobre como agir diante de convites, informou que em breve um comunicado reiterará o que é proibido e o que não é, em detalhes, levando em conta a era digital em que vivemos."

Último acesso: 27 Nov 2020 - 18:18:50 (325167).

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