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Magnetismo da diva Christiane Torloni em cena

Em teu corpo é meu texto, Christiane Torloni exibe versatilidade ao unir dança e interpretação

Redação Publicado em 24/07/2012, às 19h15 - Atualizado em 27/07/2012, às 23h33

Brilho de Torloni entre os bailarinos. - João Passos/ Brasil fotopress
Brilho de Torloni entre os bailarinos. - João Passos/ Brasil fotopress

Para Christiane Torloni (55), a arte não tem limites. Prova disso é o desafio mais recente que a atriz encara, o espetáculo de dança Teu Corpo É Meu Texto. Em cena, duas companhias de dança — a Studio3 e a Cia. Sociedade Masculina de Dança — complementam o talento da paulistana. “Esse projeto abraça todas as artes: a poesia, a dança e as artes plásticas, por isso é tão emocionante. O texto e a trilha também são fortes”, afirmou ela, na noite de estreia em São Paulo, onde fez três apresentações. Dirigida por José Possi Neto (65) e com coreografia de Anselmo Zolla, além da participação da bailarina Vera Lafer, a montagem será levada aos palcos cariocas nos dias 30 e 31. “Christiane tem carisma, dedicação e disciplina. Isso faz dela uma atriz perfeita para as minhas exigências e para a minha linguagem cênica”, elogiou Possi, que há 25 anos trabalha com a estrela. “Essa foi a primeira vez que o teatro foi convidado a estar presente em uma companhia de dança de maneira tão concreta. Foi uma estreia cheia de adrenalina”, emendou a artista global. No papel de Sarasvati, uma deusa da tradição hindu, Chris intercala dança com interpretação para despertar os homens para sua própria condição. “A coreografia trata da grande aventura humana”, explicou ela, cuja performance faz jus ao título de campeã do quadro Dança dos Famosos, do Domingão do Faustão, em 2008.

Na plateia, o ator Carlos Machado (46), que circulou com a nova namorada, Ivy Rocha (25), não economizou nos aplausos à diva, com quem contracenou na novela Fina Estampa. “Estamos juntos há cerca de um mês e, apesar do pouco tempo, é um sentimento intenso. Ela é linda por dentro e por fora. A primeira coisa que me encantou nela foi o olhar”, derreteu-se Carlos, em turnê pelo interior de SP com a peça Escola de Mulheres, de Molière (1622-1673).