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Rock in Rio / Exclusiva

Ex-BBB Ana Clara Lima fala sobre representatividade no Rock in Rio: ''A música conecta as pessoas''

Ex-BBB Ana Clara está cobrindo o Rock in Rio pela primeira vez e fala sobre o impacto do festival para o Brasil

Isabela Thurmann Publicado em 01/10/2019, às 16h32 - Atualizado às 16h38

Ana Clara - Reprodução/Instagram
Ana Clara - Reprodução/Instagram

A apresentadora Ana Clara Lima, que está cobrindo pela primeira vez o Rock in Rio, abriu o jogo sobre o festival!

A ruiva contou com exclusividade para a CARAS Digital que o primeiro show que assistiu na vida foi a versão de 2011 do festival, e que esta também é a sua edição favorita, pois estava na companhia da sua família. 

Ansiosa para a sua primeira cobertura do RIR, a gata disse estar tão animada com os shows que não consegue nem decidir qual apresentação mais quer assistir. “Eu fiz um estudo para poder estar na transmissão do Multishow, e, depois de descobrir mais sobre as bandas que se apresentam no festival, fiquei ainda mais ansiosa para vários shows”, revelou.

Neste ano, o Rock in Rio vai além do rock com novidades como o Espaço Favela, onde tocam funks e o New Order Dance, que é o palco de eletrônica. Ao ser questionada sobre isso, Ana reiterou a importância da representatividade. “Acho que essa representatividade de diversos estilos musicais é importante. Representatividade, no geral, é sempre fundamental, mas eu acho que a música conecta as pessoas. Ninguém vive sem música, então acredito que é de extrema importância que há o Espaço Favela, o palco de eletrônica, futuramente, quem sabe, um espaço de sertanejo. Porque o Rock in Rio virou uma mistura de estilos, de jeitos e de pessoas, então acho que quanto mais diversidade, melhor”, contou.

Com tudo que vem acontecendo no país, é de se esperar muitas militâncias e expressões de opiniões políticas durante os shows. A ex-BBB também deu sua opinião sobre o assunto: “Eu acredito que vamos presenciar muitas manifestações políticas e acho não há problema nenhum nisso. As pessoas têm direito de usar sua arte para isso, e se elas se sentem confortáveis para fazer isso, que façam. Você se expressa e usa sua arte da maneira que bem entender”, concluiu.