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Olhar focado de Wagner Santisteban

Ator sonha com uma relação duradoura e ampliar horizontes profissionais

Redação Publicado em 31/05/2010, às 15h10 - Atualizado em 04/06/2010, às 19h14

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Na Ilha de CARAS, o ator, que até janeiro atuou em Caras & Bocas, fala com orgulho de sua trajetória artística e do exemplo dos pais, casados há mais de trinta anos. - RENATO M. VELASCO COM E FOTOG.
Na Ilha de CARAS, o ator, que até janeiro atuou em Caras & Bocas, fala com orgulho de sua trajetória artística e do exemplo dos pais, casados há mais de trinta anos. - RENATO M. VELASCO COM E FOTOG.
O ator Wagner Santisteban (27) conta que, mesmo morando no Rio de Janeiro desde 2002, não consegue ficar muito tempo longe da família em São Paulo. "Ligo para eles três, quatro vezes por dia, preciso desse contato", assume ele, que saiu de casa aos 15 anos para gravar o seriado Sandy & Junior, em Campinas. Após dividir por três anos um apartamento com a amiga Fernanda Paes Leme (26), garante que se vira bem como dono de casa. "Sou um bagunceiro bem arrumado. Cozinho, lavo roupa. E sou até mais organizado que muitas mulheres", gaba-se. Solteiro após breve namoro com a modelo Leticia Böttcher (28), que vive em Florianópolis, Wagner afirma que tem vontade de construir uma família. "Acho que a gente tem que viver, aproveitar fases da vida e depois mudar o foco. Não dá para ficar levando vida de garoto", explica, na Ilha de CARAS. Na área profissional, Wagner também se orgulha de ter alcançado a maturidade. Desde os cinco anos atuando à frente das câmeras, já participou de sucessos como Éramos Seis e Sete Pecados, festeja a participação na série A Grande Família, onde vive Lineu jovem, o mesmo personagem de Marco Nanini (61), e em três filmes, todos com estreia em 2011. - A distância atrapalhou seu namoro com Leticia? - Ficou difícil porque moro no Rio, minha família em São Paulo e ela em Florianópolis. Não deu para continuar, não era confortável para nenhum dos dois. Quando estava de férias, foi tranquilo, mas com o ritmo de trabalho atual, a coisa complicou. No entanto, nos falamos sempre, somos amigos. - O que você valoriza em uma mulher e na vida a dois? - Alguém que fique comigo independente de eu ser famoso. No primeiro momento vem a beleza, mas tem que haver companheirismo, bom humor e sinceridade. - Pensa em casar? - Sim. Meus pais são casados há 30 anos, se amam e são muito companheiros. Tenho um ótimo exemplo na minha casa. - Você atua desde criança. Foi difícil manter o pé no chão? - Fui descoberto por acaso. Minha mãe levou minha irmã e meu primo para um teste e, quando vi aquilo tudo, fiquei enciumado, implorei para fazer também e consegui o papel. Dali para frente, foram muitos. Entrei no SBT aos oito anos e as coisas foram acontecendo. Nunca vi isso como trabalho e essa questão de ser famoso só percebi mais velho. Faria tudo de novo. Nunca senti o peso da pressão e não tive que sustentar meus pais. Sou bem resolvido com tudo, se não conseguir ter uma vida normal, não consigo nem trabalhar. Gosto de ter uma rotina, de poder sair para comprar um pão. - Além de atuar, pensa em fazer outros trabalhos? - Seguir a carreira artística é algo que não aconselho. Não é fácil. É um trabalho que consome. Minha mãe sempre me disse para estudar porque é uma profissão insegura. Concluí a faculdade de Cinema. Era para durar três anos, terminei em seis, mas fiz. Quero começar a produzir, investir o dinheiro em trabalhos paralelos. - Já tem projetos em vista? - Quando você está gravando, não tem tempo para se dedicar a outras coisas. Agora vou estar em três filmes, com títulos provisórios de Bamos Nessa, A Mulher do Bispo e 11 de Janeiro. A gente fica um pouco workaholic, então temos que aproveitar o intervalo para planejar o amanhã. Se você não trilhar o futuro, perde o foco.