Revista CARAS
Busca
Facebook Revista CARASTwitter Revista CARASInstagram Revista CARASYoutube Revista CARASTiktok Revista CARASSpotify Revista CARAS
Revista / Agora é Moda

O MÁGICO HUMOR DE RAUL GAZOLLA

ELE VIVE TIPOS CÔMICOS NA TV E TEATRO E DIZ QUE APRENDEU A NÃO TER CIÚMES

Redação Publicado em 10/08/2009, às 10h01 - Atualizado em 13/08/2009, às 14h41

WhatsAppFacebookTwitterFlipboardGmail
Além do bom humor e da paixão por esportes, Raul Gazolla (53) vê poucas semelhanças entre ele e o galanteador Armando, seu personagem em Bela, A Feia, novela da Record que estreou semana passada. "Sempre fui muito tímido. Na adolescência, quando tomava coragem para chegar em uma mulher, ela já estava com outro", comenta, rindo, na Ilha de CARAS. Par romântico de Luiza Tomé (47) na trama, o ator conta que tem se divertido nas gravações. "Ele é o típico machão brasileiro, um galinha que não pode ver um rabo-de-saia na rua, mas em casa é apaixonado pela mulher. Chega a ficar mal com as brigas", completa. Na vida real, Raul também tem a sua paixão. Mas diferentemente de Armando, o ator vive relação estável de cinco anos com a coach empresarial Fernanda Loureiro (45). "Ainda não oficializamos, mas vivemos rotina de casados. Se for importante para ela assinar um papel, será para mim também", garante. Outro grande amor de Raul é a filha, Rani (7), da relação anterior, com Mariuza Palhares (38). "Sou louco por essa menina", revela ele, que também está em cartaz com a comédia Rádio no Ar, no Teatro dos Grandes Atores, Rio, ao lado de Marcos Veras (29). - Na TV e no teatro você está fazendo comédia. O alto-astral faz parte do seu dia-a-dia? - Sempre. Sou só alegria (risos). Acho fundamental ter bom humor. Na peça, a gente fala de forma divertida dos bastidores de uma rádio, sempre interagindo com o público. E na novela, estou adorando viver esse tipo galanteador. - Existem muitos como ele? - Sim, vários tipos. Acho que alguns homens fazem isso pela autoafirmação. Muitos temem crescer, não querem aceitar a responsabilidade de ter família. - A mulher do personagem é muito ciumenta. E a Fernanda? - Ela é a primeira mulher com quem convivo que não tem ciúmes de nada. Isso já causou problemas, ficava até preocupado (risos). Mas ela é bastante segura, entende a minha profissão. Eu já fui muito ciumento, mas não sou mais. Vi que não leva a lugar nenhum. - Sua filha está com 7 anos. Se sente preparado para encarar daqui a algum tempo os futuros pretendentes dela? - Nem me fala! Uma vez ela já veio me contar que tinha um namorado. E eu insistia em dizer: 'não, filha, é só um amiguinho'. Mas até ela entender (risos). l